Vestida de branco esperando a hora de entrar...
Estava em uma euforia até então não sentida.
Queria chorar, sorrir, gritar...
Seu coração saltitava de tamanha e incontrolável
Alegria.
E o jardim que exalava o perfuma mais lindo que
Pudera um dia sentir.
Choravam seus dias em uma melodia de amor...
De braços dados, caminhava em direção ao altar.
Sentia que era o dia mais feliz que já pudera
Existir...
Dia que não mais iria voltar.
Registraram em uma câmera sua expressão.
Todos estavam a vê-la caminhar...
Aguardaram seus passos lentos
E delicados.
Seu balançar no caminhar...
Sua emoção que estava a florir.
Dedicaram-lhe estrofes que nunca d’antes
Foram ditas...
Exorbitaram em suas faces a tamanha alegria com a sua chegada.
De vestido branco, feito todo de pétalas de rosas
Plantadas para esperar esse dia chegar...
Vem ela!
E a Lua envergonhada com tamanha beleza
Tenta não ver o seu brilho que ofuscava sua beleza.
E em desacordo com a harmonia do viver...
Em não querer tão somente ser...
Chega enfim ao destino tão aguardado por todos.
Estão esperando sua voz ouvir.
Seu suspirar meigo e agradável aos ouvidos de quem pode escutar.
De vestido branco está,
Preste enfim a amar...
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domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Se eu pudesse
Se eu pudesse estar do seu lado nesse momento para
Suas lágrimas poder segurar...
Se eu pudesse sentir a dor que estas a sentir...
Se eu pudesse lhe dar todo o amor que no mundo existe...
Pena nada disso poder lhe dar...
Lhe ofereço a vida que tenho...
Lhe entrego um coração ao qual lhe pertence...
Lhe coloco nas veias, sangue para força lhe dar...
Coloco em seu caminho rosas para poder sua vida perfumar...
Se eu pudesse, eu me jogaria na frente de um trem
Em seu lugar...
Queria sua dor me apoderar...
Queria...
Seu lindo olhar poder admirar...
Sua respiração poder tão somente ouvir...
Suas delicadas mãos acariciar...
Seus lábios saborear...
Parado no meio fio,
Esperando o ônibus passar...
Aguardando o sol se pôr...
A lua aparecer...
Queria poder em meus braços lhe carregar,
Para que não tivesse mais que andar e assim
Não se cansar...
Deitar no chão quando em uma poça for pisar...
Ser, tão somente ser, alguém pra você...
Queria poder lhe consolar...
Poder enfim seu coração sentir pulsar...
Sentir que estás também a amar...
Suas lágrimas poder segurar...
Se eu pudesse sentir a dor que estas a sentir...
Se eu pudesse lhe dar todo o amor que no mundo existe...
Pena nada disso poder lhe dar...
Lhe ofereço a vida que tenho...
Lhe entrego um coração ao qual lhe pertence...
Lhe coloco nas veias, sangue para força lhe dar...
Coloco em seu caminho rosas para poder sua vida perfumar...
Se eu pudesse, eu me jogaria na frente de um trem
Em seu lugar...
Queria sua dor me apoderar...
Queria...
Seu lindo olhar poder admirar...
Sua respiração poder tão somente ouvir...
Suas delicadas mãos acariciar...
Seus lábios saborear...
Parado no meio fio,
Esperando o ônibus passar...
Aguardando o sol se pôr...
A lua aparecer...
Queria poder em meus braços lhe carregar,
Para que não tivesse mais que andar e assim
Não se cansar...
Deitar no chão quando em uma poça for pisar...
Ser, tão somente ser, alguém pra você...
Queria poder lhe consolar...
Poder enfim seu coração sentir pulsar...
Sentir que estás também a amar...
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Três vidas
Estava lá, só, no frio e chuva.
Tentavam, mas não o conseguiam tirar de lá.
Estava tremendo devido ao frio.
Estava agonizando de dor...
Todos tentavam algo fazer.
Todos o olhavam com dó.
Tentaram no confortar.
Tentaram no acalmar...
Estava Frio e com chuva,
Mas era ali o melhor lugar.
Era o Adeus que não conseguira dar.
Era a despedida que não queria dar.
Era a lágrima que não quisera mostrar.
Estava uma vida que se transformaria em duas.
Estava um futuro que terminara.
Era um sonho que não mais irá sonhar.
Era...
Estavam a assistir quem um dia
Torcera para que vida pudesse ter.
Lástimas que perdurarão no ser.
Vida que se foi sem ao menos ser.
Com dois meses de gestação,
Foi somente trabalhar.
Havia de em uma rua parar,
Para simplesmente o sinal abrir.
E seguiu sem notar, que
Dera seu último beijo
A quem não mais iria ver.
Foi sem notar que em sua vida
O silêncio acabara de se instalar.
Telefone tocou...
Coração parou de pulsar.
Chovia muito...
O frio era tenebroso também...
E se ia com o tocar harmonioso de uma lágrima que não iria parar
De jorrar.
Foi-se uma vida que se tornaria duas...
Foi-se três vidas ao caixão foi parar.
Todos assistiam sem acreditar...
Tentavam, mas não o conseguiam tirar de lá.
Estava tremendo devido ao frio.
Estava agonizando de dor...
Todos tentavam algo fazer.
Todos o olhavam com dó.
Tentaram no confortar.
Tentaram no acalmar...
Estava Frio e com chuva,
Mas era ali o melhor lugar.
Era o Adeus que não conseguira dar.
Era a despedida que não queria dar.
Era a lágrima que não quisera mostrar.
Estava uma vida que se transformaria em duas.
Estava um futuro que terminara.
Era um sonho que não mais irá sonhar.
Era...
Estavam a assistir quem um dia
Torcera para que vida pudesse ter.
Lástimas que perdurarão no ser.
Vida que se foi sem ao menos ser.
Com dois meses de gestação,
Foi somente trabalhar.
Havia de em uma rua parar,
Para simplesmente o sinal abrir.
E seguiu sem notar, que
Dera seu último beijo
A quem não mais iria ver.
Foi sem notar que em sua vida
O silêncio acabara de se instalar.
Telefone tocou...
Coração parou de pulsar.
Chovia muito...
O frio era tenebroso também...
E se ia com o tocar harmonioso de uma lágrima que não iria parar
De jorrar.
Foi-se uma vida que se tornaria duas...
Foi-se três vidas ao caixão foi parar.
Todos assistiam sem acreditar...
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domingo, 22 de maio de 2011
Princesa
Em uma estrada criada com pétalas de rosas vermelhas
Despedaçadas ao chão, caminha uma princesa com seu vestido rosa
E sapatinho de cristal.
Junto dela vai a esperança da felicidade encontrar.
Em um trecho da caminhada percebe-se que nem só de
Pétalas é feito o caminho.
Seu sapatinho começa o solado gastar.
Espinhos começam o seu donzelo pé machucar.
Queria encontrar OZ, para a historia que ouvira pudesse
Real ser.
Queria esboçar um sorriso, mas sua dor lhe fazia chorar.
Seus cabelos já bagunçados com ventar em seu caminhar,
Escondia seu triste olhar.
E o sangue deixava o caminho marcar.
Seu vestido rosa já encardido de sujeira,
Não tinha com o que lavar.
Continuava sem saber aonde enfim poderia chegar.
Dores que queria esquecer.
Reino que teria de reinar.
Caminhava só, uma bela princesa
Sem ao menos saber o que lhe esperava lá.
E anoitecia como em todos os dias em sua vida.
A escuridão era quebrada com o aparecer da Lua
Que refletia a Luz do Sol.
As estrelas mostravam que caminho tomar.
Dolorido mas necessário estar.
Coração que queria felicidade encontrar.
Lábios que queriam motivo para poder sorrir.
Olhos que queriam alguém para suas lágrimas enxugar.
E em uma estrada forrada com pétalas de rasas vermelhas
Estava uma bela princesa com seu vestido rosa a caminhar.
Com seus sonhos de criança, suas alegrias passageiras.
Com sua companhia que não podia estar.
Leva em suas mãos uma carta que não soltava.
Estava escrito nela despedidas que não pudera ler.
Esperava a hora certa para a carta ler.
Passou-se anos sem que alguém lhe tivesse noticia.
E em uma manhã ensolarada, vieram ao reino que aguardava
Por sua tão ilustre chegada, um mensageiro que ao caminho saíra
Para lhe recepcionar retorna para avisar ao Rei que não a esperasse mais.
Encontrara a carta aberta, e o vestido rosa no caminho, só.
Da Princesa não obtivera nenhuma noticia.
A carta chegou nas mãos do Rei,
O vestido estava manchado de sangue.
E dias depois acharam o sapatinho de cristal que colocaram em seus
Delicados pés.
E na carta que acharam estava escrito Adeus
Para todos que aguardaram pela chegada
Gloriosa de tão humilde ser.
Pedira desculpas por não conseguir chegar.
Havias vestígios de lágrimas em tão sujo papel.
E todos foram suas vidas viver com a certeza de que a princesa não mais iria chegar.
Passou-se um tempo, e então foram saber que quem ao caminho
Deixaram para morrer,
Nada mais era do que uma Donzela que Princesa não podia ser.
Pois dedicou seu coração a não mais sofrer.
E na caminhada pode encontrar refugio para descansar.
Ninguém sabe ao certo em que parte da estrada ela foi parar.
Só se sabe que ninguém jamais estará por lá.
E em uma estrada feita para uma donzela caminhar,
Que o tempo fizera a questão de apagar,
Uma bela Princesa ainda caminha por lá.
Com vestido novo, Sapatos que não se desgastam com o tempo.
E em suas mãos uma carta de despedida que dizia para
Felicidade encontrar...
E de seus olhos que se fecharam com o anoitecer,
Fizeram de seus lábios brotar, um sorriso que
Ninguém irá ver.
Despedaçadas ao chão, caminha uma princesa com seu vestido rosa
E sapatinho de cristal.
Junto dela vai a esperança da felicidade encontrar.
Em um trecho da caminhada percebe-se que nem só de
Pétalas é feito o caminho.
Seu sapatinho começa o solado gastar.
Espinhos começam o seu donzelo pé machucar.
Queria encontrar OZ, para a historia que ouvira pudesse
Real ser.
Queria esboçar um sorriso, mas sua dor lhe fazia chorar.
Seus cabelos já bagunçados com ventar em seu caminhar,
Escondia seu triste olhar.
E o sangue deixava o caminho marcar.
Seu vestido rosa já encardido de sujeira,
Não tinha com o que lavar.
Continuava sem saber aonde enfim poderia chegar.
Dores que queria esquecer.
Reino que teria de reinar.
Caminhava só, uma bela princesa
Sem ao menos saber o que lhe esperava lá.
E anoitecia como em todos os dias em sua vida.
A escuridão era quebrada com o aparecer da Lua
Que refletia a Luz do Sol.
As estrelas mostravam que caminho tomar.
Dolorido mas necessário estar.
Coração que queria felicidade encontrar.
Lábios que queriam motivo para poder sorrir.
Olhos que queriam alguém para suas lágrimas enxugar.
E em uma estrada forrada com pétalas de rasas vermelhas
Estava uma bela princesa com seu vestido rosa a caminhar.
Com seus sonhos de criança, suas alegrias passageiras.
Com sua companhia que não podia estar.
Leva em suas mãos uma carta que não soltava.
Estava escrito nela despedidas que não pudera ler.
Esperava a hora certa para a carta ler.
Passou-se anos sem que alguém lhe tivesse noticia.
E em uma manhã ensolarada, vieram ao reino que aguardava
Por sua tão ilustre chegada, um mensageiro que ao caminho saíra
Para lhe recepcionar retorna para avisar ao Rei que não a esperasse mais.
Encontrara a carta aberta, e o vestido rosa no caminho, só.
Da Princesa não obtivera nenhuma noticia.
A carta chegou nas mãos do Rei,
O vestido estava manchado de sangue.
E dias depois acharam o sapatinho de cristal que colocaram em seus
Delicados pés.
E na carta que acharam estava escrito Adeus
Para todos que aguardaram pela chegada
Gloriosa de tão humilde ser.
Pedira desculpas por não conseguir chegar.
Havias vestígios de lágrimas em tão sujo papel.
E todos foram suas vidas viver com a certeza de que a princesa não mais iria chegar.
Passou-se um tempo, e então foram saber que quem ao caminho
Deixaram para morrer,
Nada mais era do que uma Donzela que Princesa não podia ser.
Pois dedicou seu coração a não mais sofrer.
E na caminhada pode encontrar refugio para descansar.
Ninguém sabe ao certo em que parte da estrada ela foi parar.
Só se sabe que ninguém jamais estará por lá.
E em uma estrada feita para uma donzela caminhar,
Que o tempo fizera a questão de apagar,
Uma bela Princesa ainda caminha por lá.
Com vestido novo, Sapatos que não se desgastam com o tempo.
E em suas mãos uma carta de despedida que dizia para
Felicidade encontrar...
E de seus olhos que se fecharam com o anoitecer,
Fizeram de seus lábios brotar, um sorriso que
Ninguém irá ver.
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domingo, 15 de maio de 2011
De meus olhos
Em meus olhos cansados de tanto tentar
Acordar em um mundo cruel,
Minha alma abatida com o respirar lacrimejante
Que transpira do ser.
Sol que insiste no céu estar.
Lua que de tão aguardada não se irá ver.
Vida que de tão dolorosa deixou rastro pelo caminho que passou.
Rastro para poder voltar.
Rastro que o vento espalhou.
Vento que a chuva acalmou.
E com um sorriso em silêncio, disse Adeus ai partir.
Disse olá ao se despedir de uma forma tão triste que
Choravam ao tocar.
Chorava a dor da distância causada pela barreira
Da inocência que se dissipara no amanhecer.
Vidas que se cruzam com o entardecer,
Tarde que se espera pelo anoitecer.
Noite que não irá chegar.
Lua que irá chorar.
Lagrimas que se dispôs a reter,
Dor que só, decidiu ter.
E com mais uma história
Contada foi uma vida
Passando sem se notar.
Lacrimejam os olhos de quem se despediu.
Se despem as tristezas causadas pela dor.
Lástimas que terão de conviver.
Em meus olhos cansados de tentar entender
De tentar...
Sai a vida que um dia pensei ter.
Sai para tentar viver...
Acordar em um mundo cruel,
Minha alma abatida com o respirar lacrimejante
Que transpira do ser.
Sol que insiste no céu estar.
Lua que de tão aguardada não se irá ver.
Vida que de tão dolorosa deixou rastro pelo caminho que passou.
Rastro para poder voltar.
Rastro que o vento espalhou.
Vento que a chuva acalmou.
E com um sorriso em silêncio, disse Adeus ai partir.
Disse olá ao se despedir de uma forma tão triste que
Choravam ao tocar.
Chorava a dor da distância causada pela barreira
Da inocência que se dissipara no amanhecer.
Vidas que se cruzam com o entardecer,
Tarde que se espera pelo anoitecer.
Noite que não irá chegar.
Lua que irá chorar.
Lagrimas que se dispôs a reter,
Dor que só, decidiu ter.
E com mais uma história
Contada foi uma vida
Passando sem se notar.
Lacrimejam os olhos de quem se despediu.
Se despem as tristezas causadas pela dor.
Lástimas que terão de conviver.
Em meus olhos cansados de tentar entender
De tentar...
Sai a vida que um dia pensei ter.
Sai para tentar viver...
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Desastrosamente
Desastrosamente entrou sem notar que
Não devera ali estar.
Lastimas por uma partida repentina
Que não podia imaginar.
Ventava um vento quente,
Caia gotículas de lágrimas o céu.
Havia uma mágica inexplicável em um único dia.
Devagar se despediam de quem ali não estava.
Davam Adeus a uma paisagem de papel.
Se desculpavam uns aos outros por mais um dia.
Era tarde de outono.
Adorno que carregava sobre os ombros começava a pesar.
Fazia seu coração acelerar, sua respiração parar.
Escrevia em um papel pedidos de desculpas, que ninguém
Irá ver.
Foi o Sol, A lua se escondeu.
Dia comum para tantos que não estavam ali.
Dia de poesia jogada ao vento para poderem enfim ler.
Amores que irão para nunca mais ser.
Dias que ninguém irá lembrar.
Chorava como poesia que se conta em uma noite de gala.
Desesperava-se como uma qualquer.
Lastimavelmente estava lá.
Doía, Sangrava e ninguém podia sua dor conter.
Desastrosamente entrou.
Sem dizer oi, olá...
Não devera ali estar.
Lastimas por uma partida repentina
Que não podia imaginar.
Ventava um vento quente,
Caia gotículas de lágrimas o céu.
Havia uma mágica inexplicável em um único dia.
Devagar se despediam de quem ali não estava.
Davam Adeus a uma paisagem de papel.
Se desculpavam uns aos outros por mais um dia.
Era tarde de outono.
Adorno que carregava sobre os ombros começava a pesar.
Fazia seu coração acelerar, sua respiração parar.
Escrevia em um papel pedidos de desculpas, que ninguém
Irá ver.
Foi o Sol, A lua se escondeu.
Dia comum para tantos que não estavam ali.
Dia de poesia jogada ao vento para poderem enfim ler.
Amores que irão para nunca mais ser.
Dias que ninguém irá lembrar.
Chorava como poesia que se conta em uma noite de gala.
Desesperava-se como uma qualquer.
Lastimavelmente estava lá.
Doía, Sangrava e ninguém podia sua dor conter.
Desastrosamente entrou.
Sem dizer oi, olá...
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Estava ela só
Com seu vestido rosa estava ela ajoelhada
Pedindo para Deus lhe escutar.
Pedia que seus sonhos se tornassem sonhos.
Que sua realidade se tornasse em sono.
Desejava voltar a delirar um delírio d’antes imaginado.
Pedia para a Lua o céu poder contemplar.
Amava sem saber o que era amar.
Vivera por uma vida repetindo os erros que outrora
Criticou quem o fizera.
Chorava como uma criança.
Não havia tamanha dor que conseguisse explicar.
Pedia ela para, a dor, então parar.
Estava disposta a tudo, para então de seus lábios
Um sorriso brotar.
Estava ela, com seu vestido rosa ajoelhada a rezar.
E em cada palavra que de seus lábios saiam,
Saia junto de seus olhos uma lástima de seu pobre viver.
Acreditava que poderia tudo mudar.
Acreditava que seu coração pulsaria mais devagar.
Estava ela só...
Com seu vestido rosa, ajoelhada ao chão
Pedindo para Deus lhe escutar.
Pedindo para sua dor enfim cessar.
Estava ela só...
Pedindo para Deus lhe escutar.
Pedia que seus sonhos se tornassem sonhos.
Que sua realidade se tornasse em sono.
Desejava voltar a delirar um delírio d’antes imaginado.
Pedia para a Lua o céu poder contemplar.
Amava sem saber o que era amar.
Vivera por uma vida repetindo os erros que outrora
Criticou quem o fizera.
Chorava como uma criança.
Não havia tamanha dor que conseguisse explicar.
Pedia ela para, a dor, então parar.
Estava disposta a tudo, para então de seus lábios
Um sorriso brotar.
Estava ela, com seu vestido rosa ajoelhada a rezar.
E em cada palavra que de seus lábios saiam,
Saia junto de seus olhos uma lástima de seu pobre viver.
Acreditava que poderia tudo mudar.
Acreditava que seu coração pulsaria mais devagar.
Estava ela só...
Com seu vestido rosa, ajoelhada ao chão
Pedindo para Deus lhe escutar.
Pedindo para sua dor enfim cessar.
Estava ela só...
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sábado, 20 de novembro de 2010
Sonho
Em mais um sonho confuso de amor,
Acordei no meio da noite chorando pela partida de algo incomum
Que nunca acontecera em nenhum lugar.
Havia estrelas a quem pudesse desabafar.
Sonhos de amor em uma noite qualquer.
Noite que se transforma em dia em um piscar de
Sonhar.
Sonhos que nunca voltam para nos acalmar.
Amor que massacra o coração
De quem está a amar.
Solidão perante a lua.
Lágrimas que travesseiro molhou.
Cartas que nunca entregou.
Vidas que nunca se cruzaram em vida real.
Fantasias demoradas em um telefonema que nunca atendeu.
Confusão de uma vida em demasia solidão.
Dores que o tempo faz aumentar.
Amar...
Em mais uma noite perante o luar e perante as
Estrelas que no céu estão a enfeitar.
Dores que nunca alguém irá escutar.
Sorrisos que esconderá tamanha dor.
Amor...
Em mais um sonho de amor estou.
De mãos dadas com a solidão.
Distancia que não acabará.
Amar...
Acordei no meio da noite chorando pela partida de algo incomum
Que nunca acontecera em nenhum lugar.
Havia estrelas a quem pudesse desabafar.
Sonhos de amor em uma noite qualquer.
Noite que se transforma em dia em um piscar de
Sonhar.
Sonhos que nunca voltam para nos acalmar.
Amor que massacra o coração
De quem está a amar.
Solidão perante a lua.
Lágrimas que travesseiro molhou.
Cartas que nunca entregou.
Vidas que nunca se cruzaram em vida real.
Fantasias demoradas em um telefonema que nunca atendeu.
Confusão de uma vida em demasia solidão.
Dores que o tempo faz aumentar.
Amar...
Em mais uma noite perante o luar e perante as
Estrelas que no céu estão a enfeitar.
Dores que nunca alguém irá escutar.
Sorrisos que esconderá tamanha dor.
Amor...
Em mais um sonho de amor estou.
De mãos dadas com a solidão.
Distancia que não acabará.
Amar...
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estou em PAZ
Estou em uma terra alegre,
As pessoas são felizes.
Todos parecem sorrir.
Todos estão em paz.
Estou em um cemitério rodeado do passado.
Estou em paz.
Estou em um lugar completamente
Fora do comum.
Estou feliz por ver pessoas chorar.
Lágrimas que o Sol irá secar.
Lástimas que o tempo deixará.
Dores que doenças transmitirão.
Desamor que marcou a solidão.
Caminhada que se caminha só.
Vida que não soube viver.
Tinha tudo que queria, só não possuía você.
Cartas que livro virou.
Contos que alguém irá contar.
Dores que só fazem aumentar.
Sossego que em breve se poderá ver.
Estou em paz.
Estou aonde as pessoas parecem sorri.
Estou aonde o Sol não mais incomodará.
Estou em paz.
As pessoas são felizes.
Todos parecem sorrir.
Todos estão em paz.
Estou em um cemitério rodeado do passado.
Estou em paz.
Estou em um lugar completamente
Fora do comum.
Estou feliz por ver pessoas chorar.
Lágrimas que o Sol irá secar.
Lástimas que o tempo deixará.
Dores que doenças transmitirão.
Desamor que marcou a solidão.
Caminhada que se caminha só.
Vida que não soube viver.
Tinha tudo que queria, só não possuía você.
Cartas que livro virou.
Contos que alguém irá contar.
Dores que só fazem aumentar.
Sossego que em breve se poderá ver.
Estou em paz.
Estou aonde as pessoas parecem sorri.
Estou aonde o Sol não mais incomodará.
Estou em paz.
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Marco Roberto Junior
domingo, 1 de agosto de 2010
Solidão
Escrevi em um papel minhas aflições de amor.
Desejei que o dia não mais voltasse com o seu intenso brilhar.
Despejei lágrimas em vão.
Dediquei cada segundo à quem nada valeu.
Sofrimentos que o vento levará para outro dia de sol.
Chuva que demora em aparecer no céu.
Luar que não posso com meus olhos alcançar.
Dia que termina mais uma vez.
Dores que fazem parte do ser
Lastimas que vão seguindo um percurso confuso e em solidão.
Carência de algo que não mais existe.
Gritos que não se podem ouvir.
Partida que ninguém irá assistir.
Escrevi em um papel de pão minha dor,
Escrevi minha solidão.
Minhas lágrimas deixei impressas lá.
Minhas mãos já cansadas de dor pararam a escrita antes do fim.
Fim que se tornou tristeza e prantos para alguém.
Final que nunca é igual ao que se lê em livros.
Com uma mochila vazia nas costas a caminhar em algum lugar,
Com dores marcadas em um coração pulsando dor.
Desistiu de amor.
Desistiu da tragédia que poderia ser.
Viveu a solidão como se fosse a grandeza de um ser.
Amou sem ser compreendido.
Desistiu de então chorar.
Em um papel qualquer minha vida está.
Papel que o vento levará.
A chuva molhará.
E o sol não secará.
Final que será só mais um.
Solidão que amor deixou.
Lastimas que ficaram e nunca desistiram de amargurar.
Em um papel de pão escrevi minha vida.
O final não tive a coragem de revelar.
Dia que terminará.
Sol que irá se pôr.
Mais uma vez dor.
Desejei que o dia não mais voltasse com o seu intenso brilhar.
Despejei lágrimas em vão.
Dediquei cada segundo à quem nada valeu.
Sofrimentos que o vento levará para outro dia de sol.
Chuva que demora em aparecer no céu.
Luar que não posso com meus olhos alcançar.
Dia que termina mais uma vez.
Dores que fazem parte do ser
Lastimas que vão seguindo um percurso confuso e em solidão.
Carência de algo que não mais existe.
Gritos que não se podem ouvir.
Partida que ninguém irá assistir.
Escrevi em um papel de pão minha dor,
Escrevi minha solidão.
Minhas lágrimas deixei impressas lá.
Minhas mãos já cansadas de dor pararam a escrita antes do fim.
Fim que se tornou tristeza e prantos para alguém.
Final que nunca é igual ao que se lê em livros.
Com uma mochila vazia nas costas a caminhar em algum lugar,
Com dores marcadas em um coração pulsando dor.
Desistiu de amor.
Desistiu da tragédia que poderia ser.
Viveu a solidão como se fosse a grandeza de um ser.
Amou sem ser compreendido.
Desistiu de então chorar.
Em um papel qualquer minha vida está.
Papel que o vento levará.
A chuva molhará.
E o sol não secará.
Final que será só mais um.
Solidão que amor deixou.
Lastimas que ficaram e nunca desistiram de amargurar.
Em um papel de pão escrevi minha vida.
O final não tive a coragem de revelar.
Dia que terminará.
Sol que irá se pôr.
Mais uma vez dor.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Morreu o Dia seguinte
Morreu o Dia Seguinte.
Morreu o amanhã que viria cheio de historias boas para se poder contar.
Morreu a inocência que d’antes se descobriu ter.
Em frente a um abismo sem fim sem completo abandono de nada ser.
Morreu só mais um amanhã.
Dias sangrentos que nunca se imaginaram ver,
Lágrimas que nunca ousaram despejar.
Poemas que nunca poderam declamar.
Sentimentos que se confundiram com a inexistência absoluta
De um pobre ser.
Lamurias que se perdem com o contexto do existir sem
Saber ao certo o sentido do porquê.
Vitórias que deixou como lembrança de algo que não voltará.
Tempo que faz a vida atrasar.
Atraso que faz o mundo girar.
Dia que custa a terminar.
Morreu o momento marcante da vida.
Perdeu-se tudo por só então acreditar.
Foi então o momento que nunca mais retornará.
Mais que um simples olhar...
Dores que vem com elas a acompanhar.
Morreu o tão sonhado amanhã...
Dia ensolarado em seu precioso enterrar.
Flores caras para os outros impressionar.
Morreu o amanhã que se aguardava com anseio em chegar.
....
Morreu o amanhã que viria cheio de historias boas para se poder contar.
Morreu a inocência que d’antes se descobriu ter.
Em frente a um abismo sem fim sem completo abandono de nada ser.
Morreu só mais um amanhã.
Dias sangrentos que nunca se imaginaram ver,
Lágrimas que nunca ousaram despejar.
Poemas que nunca poderam declamar.
Sentimentos que se confundiram com a inexistência absoluta
De um pobre ser.
Lamurias que se perdem com o contexto do existir sem
Saber ao certo o sentido do porquê.
Vitórias que deixou como lembrança de algo que não voltará.
Tempo que faz a vida atrasar.
Atraso que faz o mundo girar.
Dia que custa a terminar.
Morreu o momento marcante da vida.
Perdeu-se tudo por só então acreditar.
Foi então o momento que nunca mais retornará.
Mais que um simples olhar...
Dores que vem com elas a acompanhar.
Morreu o tão sonhado amanhã...
Dia ensolarado em seu precioso enterrar.
Flores caras para os outros impressionar.
Morreu o amanhã que se aguardava com anseio em chegar.
....
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sábado, 3 de julho de 2010
Thaynara
Como dizer eu te amo?
Eu preciso saber como lhe contar.
Necessito de algo que faça o momento
Especial.
Como dizer para o mundo que eu lhe amo?
Mostrar para todos que eu estou na sua e somente na sua.
Estou em sua rota peregrina, estou querendo só eu e você.
Pensamentos congelados com o demasio lastimável do viver.
Estou em apuros sem saber o que fazer.
Historias contada por outros,
Lembranças vividas por pessoas que nunca vi.
Como dizer que te amo?
Necessito isso dizer.
Preciso fazer ser real,
Demonstrar o que realmente sinto por ti.
Pedir sua mão eu não quero não,
Pois sua mão não me bastará.
Necessito de ti por inteiro para meu pobre coração acalmar.
Digo para as estrelas minhas angustias,
Desejos secretos confiados à lua.
Em fúria de um tempo qualquer,
Falsas expectativas de um dia não mais poder respirar.
Necessito do ar que sai de ti para enfim meu pulmão funcionar.
Preciso dizer que te amo,
Como então o fazer?
Segurar sua mão bastaria,
Ou, simplesmente um olhar?
Como então dizer que te amo?
Como fazê-la acreditar?
Como transparecer minha alma
Com um singelo dizer?
Rendido, estou sem saber o que fazer.
Resolvi então perguntar a quem me interessa saber.
Como dizer eu te amo?
Como dizer que eu amo você?
Eu preciso saber como lhe contar.
Necessito de algo que faça o momento
Especial.
Como dizer para o mundo que eu lhe amo?
Mostrar para todos que eu estou na sua e somente na sua.
Estou em sua rota peregrina, estou querendo só eu e você.
Pensamentos congelados com o demasio lastimável do viver.
Estou em apuros sem saber o que fazer.
Historias contada por outros,
Lembranças vividas por pessoas que nunca vi.
Como dizer que te amo?
Necessito isso dizer.
Preciso fazer ser real,
Demonstrar o que realmente sinto por ti.
Pedir sua mão eu não quero não,
Pois sua mão não me bastará.
Necessito de ti por inteiro para meu pobre coração acalmar.
Digo para as estrelas minhas angustias,
Desejos secretos confiados à lua.
Em fúria de um tempo qualquer,
Falsas expectativas de um dia não mais poder respirar.
Necessito do ar que sai de ti para enfim meu pulmão funcionar.
Preciso dizer que te amo,
Como então o fazer?
Segurar sua mão bastaria,
Ou, simplesmente um olhar?
Como então dizer que te amo?
Como fazê-la acreditar?
Como transparecer minha alma
Com um singelo dizer?
Rendido, estou sem saber o que fazer.
Resolvi então perguntar a quem me interessa saber.
Como dizer eu te amo?
Como dizer que eu amo você?
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domingo, 13 de junho de 2010
Harmonia
Em uma harmonia nunca antes vista
Estavam vozes nunca d’antes ouvidas,
Estavam corações que nunca haviam se sentido,
Se ouvido...
Estavam Todos ansiosos pala estréia.
Estavam aguardando com fé a comemoração da
Estréia bem sucedida.
Ensaiava durante dias,
Em casa e em qualquer outro local.
Marcavam sempre nos fins de semana para na casa de um poder ensaiar.
Aguardavam a vitoria que desejavam alcançar.
E em uma harmonia sem igual, estavam lá
Para a todos seu talento mostrar,
Olhares alegres de quem estava feliz.
Voz firme de quem estava aguardando há tempos.
Aplausos no final da apresentação.
Fecharam-se as cortinas,
As roupas se trocaram.
A ansiedade se transformou em realização.
Olhares espantados com tamanha alegria que não se podia descrever.
E no fim de tudo fez que retornassem ao seu normal estado do ser.
Somente um olhar meigo e contagiante para quem de longe conseguisse ver.
Lágrimas que fazia parte do atuar.
Canto que iria cantar.
E em uma harmonia em comum sem poder se conter.
Amor...
Estavam vozes nunca d’antes ouvidas,
Estavam corações que nunca haviam se sentido,
Se ouvido...
Estavam Todos ansiosos pala estréia.
Estavam aguardando com fé a comemoração da
Estréia bem sucedida.
Ensaiava durante dias,
Em casa e em qualquer outro local.
Marcavam sempre nos fins de semana para na casa de um poder ensaiar.
Aguardavam a vitoria que desejavam alcançar.
E em uma harmonia sem igual, estavam lá
Para a todos seu talento mostrar,
Olhares alegres de quem estava feliz.
Voz firme de quem estava aguardando há tempos.
Aplausos no final da apresentação.
Fecharam-se as cortinas,
As roupas se trocaram.
A ansiedade se transformou em realização.
Olhares espantados com tamanha alegria que não se podia descrever.
E no fim de tudo fez que retornassem ao seu normal estado do ser.
Somente um olhar meigo e contagiante para quem de longe conseguisse ver.
Lágrimas que fazia parte do atuar.
Canto que iria cantar.
E em uma harmonia em comum sem poder se conter.
Amor...
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domingo, 30 de maio de 2010
Guerra
O revolver já está carregado,
A munição extra já foi posta na bagagem.
O armamento pesado já deve está pra chegar.
Entro em meu carro pronto para mais uma guerra entrar.
Durante a madrugada ataque surpresa,
Gargantas cortadas,
Sangue inocente derramado pelo chão.
Crianças de quatro anos com uma arma na mão,
É a guerra do simples cidadão.
Tiros que de longe se pode ouvir.
Parecia uma sinfonia de maus tratos e exemplos para toda uma
Cidade aterrorizada com o temor de morrer.
Crianças correndo para tentar se salvar,
Mães com seus filhos caindo no meio da confusão.
Salve-se que quiser, morra quem tiver de morrer.
Morte aos reles mortais, já disse o Poeta.
Enterrar para ver se nasce algo de lá.
Tinha apenas três anos, uma vida inteira pela frente,
Estava só brincando com sua bicicleta que acabara de ganhar.
Com um tiro certeiro na cabeça, ao chão foi parar.
Até enquanto a munição perdurar.
A munição extra já foi posta na bagagem.
O armamento pesado já deve está pra chegar.
Entro em meu carro pronto para mais uma guerra entrar.
Durante a madrugada ataque surpresa,
Gargantas cortadas,
Sangue inocente derramado pelo chão.
Crianças de quatro anos com uma arma na mão,
É a guerra do simples cidadão.
Tiros que de longe se pode ouvir.
Parecia uma sinfonia de maus tratos e exemplos para toda uma
Cidade aterrorizada com o temor de morrer.
Crianças correndo para tentar se salvar,
Mães com seus filhos caindo no meio da confusão.
Salve-se que quiser, morra quem tiver de morrer.
Morte aos reles mortais, já disse o Poeta.
Enterrar para ver se nasce algo de lá.
Tinha apenas três anos, uma vida inteira pela frente,
Estava só brincando com sua bicicleta que acabara de ganhar.
Com um tiro certeiro na cabeça, ao chão foi parar.
Até enquanto a munição perdurar.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Jardim
Imaginei flores com aromas diferentes.
Um jardim aonde crianças brincariam sem parar.
Dia que não necessitava terminar.
Lua que ansiava logo em chegar.
Dias que se iam com o tempo decorrente do viver.
Dores que se podiam conter.
Lutas que iam se travar.
Vitorias que um dia viriam a chegar.
Luar que ilumina o Sol,
Faz inveja ao poeta que nada pode fazer.
Donzela dos contos de fadas infantis
Demora que acabara de acontecer.
Despedidas que um final trágico como em um filme de
Suspense, terror...
Drama que não pode deixar de ter.
Morreu jovem, sem ao menos saber se a donzela por quem
Coração parou de bater, o coração dela por ele batia.
Despedidas de uma história comum.
Lutas que se perdem com o decorrer de uma vida.
Fuga para quem nada pode fazer.
Adeus é o que se pode então dizer...
Lágrimas haverá, dores que o tempo cicatrizará.
Lastimas de um dia apenas.
Solidão para quem sempre foi só.
Despediu calado como fuga da prisão.
Voou passarinho para seu canto poder ser ouvido.
Dias que não poderão retornar.
Seguir em frente e deixar pra lá.
Desculpe se fiz alguém chorar,
Pelo menos fiz o jardim se regar...
Um jardim aonde crianças brincariam sem parar.
Dia que não necessitava terminar.
Lua que ansiava logo em chegar.
Dias que se iam com o tempo decorrente do viver.
Dores que se podiam conter.
Lutas que iam se travar.
Vitorias que um dia viriam a chegar.
Luar que ilumina o Sol,
Faz inveja ao poeta que nada pode fazer.
Donzela dos contos de fadas infantis
Demora que acabara de acontecer.
Despedidas que um final trágico como em um filme de
Suspense, terror...
Drama que não pode deixar de ter.
Morreu jovem, sem ao menos saber se a donzela por quem
Coração parou de bater, o coração dela por ele batia.
Despedidas de uma história comum.
Lutas que se perdem com o decorrer de uma vida.
Fuga para quem nada pode fazer.
Adeus é o que se pode então dizer...
Lágrimas haverá, dores que o tempo cicatrizará.
Lastimas de um dia apenas.
Solidão para quem sempre foi só.
Despediu calado como fuga da prisão.
Voou passarinho para seu canto poder ser ouvido.
Dias que não poderão retornar.
Seguir em frente e deixar pra lá.
Desculpe se fiz alguém chorar,
Pelo menos fiz o jardim se regar...
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Pensamentos
Parado em meus pensamentos, aqui estou...
Em um abismo sem fim.
Em um precipício imaginário que parece ser maior que a dor de um simples ser.
Dor a qual estou tentando não sentir.
Amor que eu não me lembro de pedir...
Perfume espalhado pelo ar,
Rosas por todo seu caminhar.
Estrelas para o céu enfeitar.
Lua, que de longe está a lhe guardar...
Romance de primavera.
Estação sem a mínima complicação.
Sentimento confuso no auge do mais humilde ser.
Relações acordadas, em uma manhã chuvosa.
Olhares singelos e sorriso que nunca em sã consciência
Alguém poderia algum dia esquecer.
Camisola rosa, cabelo bagunçado,
Olhar meio fechado.
Rosto que em meu quarto guardei.
Fiz um pôster para desse momento lembrar.
Lembrar que vale apena viver...
Lembranças que ficam guardadas em uma parede
Suja, que o tempo vai fazer o favor de desfazer.
Sentimento que se confundem como minimalismo do ser.
Angustia que aperta o coração.
Poesia que faz mal não...
De mãos dadas com a razão, solução medíocre
De se aceitar ser...
Amor, que não pedi pra ter...
Em um abismo sem fim.
Em um precipício imaginário que parece ser maior que a dor de um simples ser.
Dor a qual estou tentando não sentir.
Amor que eu não me lembro de pedir...
Perfume espalhado pelo ar,
Rosas por todo seu caminhar.
Estrelas para o céu enfeitar.
Lua, que de longe está a lhe guardar...
Romance de primavera.
Estação sem a mínima complicação.
Sentimento confuso no auge do mais humilde ser.
Relações acordadas, em uma manhã chuvosa.
Olhares singelos e sorriso que nunca em sã consciência
Alguém poderia algum dia esquecer.
Camisola rosa, cabelo bagunçado,
Olhar meio fechado.
Rosto que em meu quarto guardei.
Fiz um pôster para desse momento lembrar.
Lembrar que vale apena viver...
Lembranças que ficam guardadas em uma parede
Suja, que o tempo vai fazer o favor de desfazer.
Sentimento que se confundem como minimalismo do ser.
Angustia que aperta o coração.
Poesia que faz mal não...
De mãos dadas com a razão, solução medíocre
De se aceitar ser...
Amor, que não pedi pra ter...
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Vestido manchado de sangue
Com um vestido manchando de sangue,
Está ela.
Com seus doze anos, na porta da escola, esperando
Seu pai vir buscá-la para levá-la de retorno para sua casa.
O relógio foi passando as horas,
Começou a anoitecer.
Tinha só doze anos de vida,
Começara naquele dia sua mocidade.
Estava desolada sem ninguém para explicá-la
O que lhe estava acontecendo.
Passava das dez da noite, quando sua mãe apareceu.
Estava ela triste e com medo.
Ao chegar em casa, também não viu seu pai.
Sua mão lha explicou o que lhe estava acontecendo.
E para isso iriam jantar pizza.
E seu pai?
Sua mão não quisera lhe contar de imediato.
Chegaram em casa, a guria foi tomar um banho.
Sua mãe preparava a pizza.
No dia seguinte, sua mãe a acorda com a noticia de
Que seu pai havia sofrido um acidente de carro
E não resistira...
Seu mundo desabou...
Tinha doze anos de vida, virara moça instantes antes.
Sua mãe tentou confortá-la, nada fazia seu coração acalmar.
Saiu de camisola pela rua a chorar.
Não enxergava nada mais a sua frente.
E na esquina de casa, passou um caminhão que não a viu...
Com um vestido manchado de sangue...
Está ela.
Com seus doze anos, na porta da escola, esperando
Seu pai vir buscá-la para levá-la de retorno para sua casa.
O relógio foi passando as horas,
Começou a anoitecer.
Tinha só doze anos de vida,
Começara naquele dia sua mocidade.
Estava desolada sem ninguém para explicá-la
O que lhe estava acontecendo.
Passava das dez da noite, quando sua mãe apareceu.
Estava ela triste e com medo.
Ao chegar em casa, também não viu seu pai.
Sua mão lha explicou o que lhe estava acontecendo.
E para isso iriam jantar pizza.
E seu pai?
Sua mão não quisera lhe contar de imediato.
Chegaram em casa, a guria foi tomar um banho.
Sua mãe preparava a pizza.
No dia seguinte, sua mãe a acorda com a noticia de
Que seu pai havia sofrido um acidente de carro
E não resistira...
Seu mundo desabou...
Tinha doze anos de vida, virara moça instantes antes.
Sua mãe tentou confortá-la, nada fazia seu coração acalmar.
Saiu de camisola pela rua a chorar.
Não enxergava nada mais a sua frente.
E na esquina de casa, passou um caminhão que não a viu...
Com um vestido manchado de sangue...
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Criança
Chorou a criança por não ver chegar quem tanto esporou ver.
Lamentou uma grande agonia que perduraria por uma vida inteira.
Sentimentos que o tempo conduziria sem se quer se notar.
Ferida que doeria toda vez que fosse cutucada.
E de seus olhos já cansados de tentar entender
O que não havia explicação, saia uma parte de seu ser.
Se desfazia em um desespero que dava dó de se ver.
Não conseguia mais estar com a ferida exposta ao vento.
Cada segundo que se passava ia passando a chance de
Viver...
Chorou a criança com a mão estendida esperando ser amada.
Lacrimejaram os olhos de quem passou.
Doeu os corações amargurados de quem um dia isso também viveu.
Telefone não tocou, resposta que nunca terá.
Lágrimas que resolvera esconder.
Dor que não mais deixou transparecer.
Foi se a infância que a dor levou.
Foi de carona na lágrima derramada.
Foi a vida por inteira em uma tarde chuvosa de verão.
Tentou comprimir sua imensa e lastimável existência.
Implorando amor em um canto qualquer,
Como se nada fosse, continuou assim ser.
E quem desejava ver, sorria de longe da desgraça da pequena criança que
Só queria ser amada como tantas outras são.
Mendigou amor e recebeu dor.
Tentou sobreviver...
Chorou a criança...
Lamentou uma grande agonia que perduraria por uma vida inteira.
Sentimentos que o tempo conduziria sem se quer se notar.
Ferida que doeria toda vez que fosse cutucada.
E de seus olhos já cansados de tentar entender
O que não havia explicação, saia uma parte de seu ser.
Se desfazia em um desespero que dava dó de se ver.
Não conseguia mais estar com a ferida exposta ao vento.
Cada segundo que se passava ia passando a chance de
Viver...
Chorou a criança com a mão estendida esperando ser amada.
Lacrimejaram os olhos de quem passou.
Doeu os corações amargurados de quem um dia isso também viveu.
Telefone não tocou, resposta que nunca terá.
Lágrimas que resolvera esconder.
Dor que não mais deixou transparecer.
Foi se a infância que a dor levou.
Foi de carona na lágrima derramada.
Foi a vida por inteira em uma tarde chuvosa de verão.
Tentou comprimir sua imensa e lastimável existência.
Implorando amor em um canto qualquer,
Como se nada fosse, continuou assim ser.
E quem desejava ver, sorria de longe da desgraça da pequena criança que
Só queria ser amada como tantas outras são.
Mendigou amor e recebeu dor.
Tentou sobreviver...
Chorou a criança...
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domingo, 11 de abril de 2010
Dia
Gostaria de escrever sobre como estão as coisas aqui.
Começarei com o meu dia de hoje, que foi muito engraçado.
Havia no Céu uma nuvem estranha que me chamou muito atenção.
Parecia que nela estava escrito um nome.
Tentei decifrar, se tornaram notas musicais.
Logo em seguida apareceram pássaros cantarolando a canção que estava
Escrita na nuvem.
As arvores no seu balançar, pareciam que estavam a dançar
A canção que os pássaros estavam a cantarolar.
Pareia uma história mágica.
E o dia assim foi indo, com surpresas emocionantes
E divertidas de se ver.
O que eu não poderia imaginar é que
Eu veria em uma rua distante, algo que faria
Meu caminho mudar.
Foi a visão mais linda que pude ter.
A nuvem e os pássaros já não me interessavam mais.
Passei então a observar algo que até então eu só
Ouvia falar.
Foi o inicio de uma vida nova.
Era tudo novidade até então.
Não pude a tamanha emoção,
Só podia então aguardar as instruções que viriam do meu coração.
Meu passado apaguei,
Minha vida zerei.
Comecei uma nova caminhada, com um objetivo novo e
Que há muito eu queria ter.
Declamei poemas ao vento,
Derramei lágrimas com o tempo.
Lutei com o obstáculo que eu não conseguia ver.
Atravessei espinhos que não consegui retirar.
Atravessei caminhos que não podia voltar.
Cheguei mais uma vez para só não mais ficar.
Entreguei minha vida, despedacei-me de prazer.
E não consegui então falar.
Falei com os olhos e consegui compreender,
Que não me importa o amor,
Me importa estar cada dia mais com aquela
Que um dia me fez ver, que
Para meu coração bater ela precisa estar aqui.
Para que eu possa viver, a sua respiração necessito ouvir.
Parece uma declaração de amor, porém não é.
Escrevo essa carta pra dizer que o dia acabou.
A lua escondida em uma torrencial chuva está.
A ela eu não posso dizer.
Escrevo para então contar,
Que em um dia especial, vivi e morri.
Espero um novo dia chegar,
Para quem sabe, essa mesma história viver.
Começarei com o meu dia de hoje, que foi muito engraçado.
Havia no Céu uma nuvem estranha que me chamou muito atenção.
Parecia que nela estava escrito um nome.
Tentei decifrar, se tornaram notas musicais.
Logo em seguida apareceram pássaros cantarolando a canção que estava
Escrita na nuvem.
As arvores no seu balançar, pareciam que estavam a dançar
A canção que os pássaros estavam a cantarolar.
Pareia uma história mágica.
E o dia assim foi indo, com surpresas emocionantes
E divertidas de se ver.
O que eu não poderia imaginar é que
Eu veria em uma rua distante, algo que faria
Meu caminho mudar.
Foi a visão mais linda que pude ter.
A nuvem e os pássaros já não me interessavam mais.
Passei então a observar algo que até então eu só
Ouvia falar.
Foi o inicio de uma vida nova.
Era tudo novidade até então.
Não pude a tamanha emoção,
Só podia então aguardar as instruções que viriam do meu coração.
Meu passado apaguei,
Minha vida zerei.
Comecei uma nova caminhada, com um objetivo novo e
Que há muito eu queria ter.
Declamei poemas ao vento,
Derramei lágrimas com o tempo.
Lutei com o obstáculo que eu não conseguia ver.
Atravessei espinhos que não consegui retirar.
Atravessei caminhos que não podia voltar.
Cheguei mais uma vez para só não mais ficar.
Entreguei minha vida, despedacei-me de prazer.
E não consegui então falar.
Falei com os olhos e consegui compreender,
Que não me importa o amor,
Me importa estar cada dia mais com aquela
Que um dia me fez ver, que
Para meu coração bater ela precisa estar aqui.
Para que eu possa viver, a sua respiração necessito ouvir.
Parece uma declaração de amor, porém não é.
Escrevo essa carta pra dizer que o dia acabou.
A lua escondida em uma torrencial chuva está.
A ela eu não posso dizer.
Escrevo para então contar,
Que em um dia especial, vivi e morri.
Espero um novo dia chegar,
Para quem sabe, essa mesma história viver.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Morreu Romeu
Morre Romeu!
Julieta ao ver tenta de tudo para isso poder reverter.
Morre Romeu...
Julieta inconsolada entra na dele e vai.
Morre uma vida!
Não será peça de teatro,
Nem filme irão fazer.
Morre uma vida...
Desejos que ninguém ousou descobrir.
Sussurros que nunca alguém ousou escutar.
Sinceros votos de algo que ninguém sabe ao certo o que.
Mãos que não tiveram a chance de algum dia se encontrar.
Lábios que nunca puderam se beijar.
Respiração que nunca ousou escutar.
Olhos que por uma vida desejou.
Morreu Romeu!
Julieta foi logo em seguida.
Historia que alguém eternizou.
Sentimento que alguém desejou.
Verdade que pode não ser.
Lenda que pode um dia se tornar.
Amor que nunca alguém ousou possuir.
E na escuridão de um dia qualquer,
No mais sombrio brejo,
Aonde ninguém ousou estar.
Estava ela só a lhe esperar.
Em um vestido laranja,
Com um perfume ao qual nunca suas narinas
Ousou sentir.
Com um olhar meigo e carente, lábios sem nenhuma
Forma de tinta.
Estava ela sentada esperando o dia em que
Felicidade chegaria e nunca mais se afastaria.
Foram os anos mais incríveis de duas vidas
Que barreiras enfrentaram juntos.
Obstáculos que souberam desviar.
Morreu Romeu!
Burro ele não?
Julieta ao ver tenta de tudo para isso poder reverter.
Morre Romeu...
Julieta inconsolada entra na dele e vai.
Morre uma vida!
Não será peça de teatro,
Nem filme irão fazer.
Morre uma vida...
Desejos que ninguém ousou descobrir.
Sussurros que nunca alguém ousou escutar.
Sinceros votos de algo que ninguém sabe ao certo o que.
Mãos que não tiveram a chance de algum dia se encontrar.
Lábios que nunca puderam se beijar.
Respiração que nunca ousou escutar.
Olhos que por uma vida desejou.
Morreu Romeu!
Julieta foi logo em seguida.
Historia que alguém eternizou.
Sentimento que alguém desejou.
Verdade que pode não ser.
Lenda que pode um dia se tornar.
Amor que nunca alguém ousou possuir.
E na escuridão de um dia qualquer,
No mais sombrio brejo,
Aonde ninguém ousou estar.
Estava ela só a lhe esperar.
Em um vestido laranja,
Com um perfume ao qual nunca suas narinas
Ousou sentir.
Com um olhar meigo e carente, lábios sem nenhuma
Forma de tinta.
Estava ela sentada esperando o dia em que
Felicidade chegaria e nunca mais se afastaria.
Foram os anos mais incríveis de duas vidas
Que barreiras enfrentaram juntos.
Obstáculos que souberam desviar.
Morreu Romeu!
Burro ele não?
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