Em mais um sonho confuso de amor,
Acordei no meio da noite chorando pela partida de algo incomum
Que nunca acontecera em nenhum lugar.
Havia estrelas a quem pudesse desabafar.
Sonhos de amor em uma noite qualquer.
Noite que se transforma em dia em um piscar de
Sonhar.
Sonhos que nunca voltam para nos acalmar.
Amor que massacra o coração
De quem está a amar.
Solidão perante a lua.
Lágrimas que travesseiro molhou.
Cartas que nunca entregou.
Vidas que nunca se cruzaram em vida real.
Fantasias demoradas em um telefonema que nunca atendeu.
Confusão de uma vida em demasia solidão.
Dores que o tempo faz aumentar.
Amar...
Em mais uma noite perante o luar e perante as
Estrelas que no céu estão a enfeitar.
Dores que nunca alguém irá escutar.
Sorrisos que esconderá tamanha dor.
Amor...
Em mais um sonho de amor estou.
De mãos dadas com a solidão.
Distancia que não acabará.
Amar...
sábado, 20 de novembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estou em PAZ
Estou em uma terra alegre,
As pessoas são felizes.
Todos parecem sorrir.
Todos estão em paz.
Estou em um cemitério rodeado do passado.
Estou em paz.
Estou em um lugar completamente
Fora do comum.
Estou feliz por ver pessoas chorar.
Lágrimas que o Sol irá secar.
Lástimas que o tempo deixará.
Dores que doenças transmitirão.
Desamor que marcou a solidão.
Caminhada que se caminha só.
Vida que não soube viver.
Tinha tudo que queria, só não possuía você.
Cartas que livro virou.
Contos que alguém irá contar.
Dores que só fazem aumentar.
Sossego que em breve se poderá ver.
Estou em paz.
Estou aonde as pessoas parecem sorri.
Estou aonde o Sol não mais incomodará.
Estou em paz.
As pessoas são felizes.
Todos parecem sorrir.
Todos estão em paz.
Estou em um cemitério rodeado do passado.
Estou em paz.
Estou em um lugar completamente
Fora do comum.
Estou feliz por ver pessoas chorar.
Lágrimas que o Sol irá secar.
Lástimas que o tempo deixará.
Dores que doenças transmitirão.
Desamor que marcou a solidão.
Caminhada que se caminha só.
Vida que não soube viver.
Tinha tudo que queria, só não possuía você.
Cartas que livro virou.
Contos que alguém irá contar.
Dores que só fazem aumentar.
Sossego que em breve se poderá ver.
Estou em paz.
Estou aonde as pessoas parecem sorri.
Estou aonde o Sol não mais incomodará.
Estou em paz.
Marcadores:
Marco Roberto Junior
domingo, 1 de agosto de 2010
Solidão
Escrevi em um papel minhas aflições de amor.
Desejei que o dia não mais voltasse com o seu intenso brilhar.
Despejei lágrimas em vão.
Dediquei cada segundo à quem nada valeu.
Sofrimentos que o vento levará para outro dia de sol.
Chuva que demora em aparecer no céu.
Luar que não posso com meus olhos alcançar.
Dia que termina mais uma vez.
Dores que fazem parte do ser
Lastimas que vão seguindo um percurso confuso e em solidão.
Carência de algo que não mais existe.
Gritos que não se podem ouvir.
Partida que ninguém irá assistir.
Escrevi em um papel de pão minha dor,
Escrevi minha solidão.
Minhas lágrimas deixei impressas lá.
Minhas mãos já cansadas de dor pararam a escrita antes do fim.
Fim que se tornou tristeza e prantos para alguém.
Final que nunca é igual ao que se lê em livros.
Com uma mochila vazia nas costas a caminhar em algum lugar,
Com dores marcadas em um coração pulsando dor.
Desistiu de amor.
Desistiu da tragédia que poderia ser.
Viveu a solidão como se fosse a grandeza de um ser.
Amou sem ser compreendido.
Desistiu de então chorar.
Em um papel qualquer minha vida está.
Papel que o vento levará.
A chuva molhará.
E o sol não secará.
Final que será só mais um.
Solidão que amor deixou.
Lastimas que ficaram e nunca desistiram de amargurar.
Em um papel de pão escrevi minha vida.
O final não tive a coragem de revelar.
Dia que terminará.
Sol que irá se pôr.
Mais uma vez dor.
Desejei que o dia não mais voltasse com o seu intenso brilhar.
Despejei lágrimas em vão.
Dediquei cada segundo à quem nada valeu.
Sofrimentos que o vento levará para outro dia de sol.
Chuva que demora em aparecer no céu.
Luar que não posso com meus olhos alcançar.
Dia que termina mais uma vez.
Dores que fazem parte do ser
Lastimas que vão seguindo um percurso confuso e em solidão.
Carência de algo que não mais existe.
Gritos que não se podem ouvir.
Partida que ninguém irá assistir.
Escrevi em um papel de pão minha dor,
Escrevi minha solidão.
Minhas lágrimas deixei impressas lá.
Minhas mãos já cansadas de dor pararam a escrita antes do fim.
Fim que se tornou tristeza e prantos para alguém.
Final que nunca é igual ao que se lê em livros.
Com uma mochila vazia nas costas a caminhar em algum lugar,
Com dores marcadas em um coração pulsando dor.
Desistiu de amor.
Desistiu da tragédia que poderia ser.
Viveu a solidão como se fosse a grandeza de um ser.
Amou sem ser compreendido.
Desistiu de então chorar.
Em um papel qualquer minha vida está.
Papel que o vento levará.
A chuva molhará.
E o sol não secará.
Final que será só mais um.
Solidão que amor deixou.
Lastimas que ficaram e nunca desistiram de amargurar.
Em um papel de pão escrevi minha vida.
O final não tive a coragem de revelar.
Dia que terminará.
Sol que irá se pôr.
Mais uma vez dor.
Marcadores:
Marco Roberto Junior
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Morreu o Dia seguinte
Morreu o Dia Seguinte.
Morreu o amanhã que viria cheio de historias boas para se poder contar.
Morreu a inocência que d’antes se descobriu ter.
Em frente a um abismo sem fim sem completo abandono de nada ser.
Morreu só mais um amanhã.
Dias sangrentos que nunca se imaginaram ver,
Lágrimas que nunca ousaram despejar.
Poemas que nunca poderam declamar.
Sentimentos que se confundiram com a inexistência absoluta
De um pobre ser.
Lamurias que se perdem com o contexto do existir sem
Saber ao certo o sentido do porquê.
Vitórias que deixou como lembrança de algo que não voltará.
Tempo que faz a vida atrasar.
Atraso que faz o mundo girar.
Dia que custa a terminar.
Morreu o momento marcante da vida.
Perdeu-se tudo por só então acreditar.
Foi então o momento que nunca mais retornará.
Mais que um simples olhar...
Dores que vem com elas a acompanhar.
Morreu o tão sonhado amanhã...
Dia ensolarado em seu precioso enterrar.
Flores caras para os outros impressionar.
Morreu o amanhã que se aguardava com anseio em chegar.
....
Morreu o amanhã que viria cheio de historias boas para se poder contar.
Morreu a inocência que d’antes se descobriu ter.
Em frente a um abismo sem fim sem completo abandono de nada ser.
Morreu só mais um amanhã.
Dias sangrentos que nunca se imaginaram ver,
Lágrimas que nunca ousaram despejar.
Poemas que nunca poderam declamar.
Sentimentos que se confundiram com a inexistência absoluta
De um pobre ser.
Lamurias que se perdem com o contexto do existir sem
Saber ao certo o sentido do porquê.
Vitórias que deixou como lembrança de algo que não voltará.
Tempo que faz a vida atrasar.
Atraso que faz o mundo girar.
Dia que custa a terminar.
Morreu o momento marcante da vida.
Perdeu-se tudo por só então acreditar.
Foi então o momento que nunca mais retornará.
Mais que um simples olhar...
Dores que vem com elas a acompanhar.
Morreu o tão sonhado amanhã...
Dia ensolarado em seu precioso enterrar.
Flores caras para os outros impressionar.
Morreu o amanhã que se aguardava com anseio em chegar.
....
Marcadores:
Marco Roberto Junior
sábado, 3 de julho de 2010
Thaynara
Como dizer eu te amo?
Eu preciso saber como lhe contar.
Necessito de algo que faça o momento
Especial.
Como dizer para o mundo que eu lhe amo?
Mostrar para todos que eu estou na sua e somente na sua.
Estou em sua rota peregrina, estou querendo só eu e você.
Pensamentos congelados com o demasio lastimável do viver.
Estou em apuros sem saber o que fazer.
Historias contada por outros,
Lembranças vividas por pessoas que nunca vi.
Como dizer que te amo?
Necessito isso dizer.
Preciso fazer ser real,
Demonstrar o que realmente sinto por ti.
Pedir sua mão eu não quero não,
Pois sua mão não me bastará.
Necessito de ti por inteiro para meu pobre coração acalmar.
Digo para as estrelas minhas angustias,
Desejos secretos confiados à lua.
Em fúria de um tempo qualquer,
Falsas expectativas de um dia não mais poder respirar.
Necessito do ar que sai de ti para enfim meu pulmão funcionar.
Preciso dizer que te amo,
Como então o fazer?
Segurar sua mão bastaria,
Ou, simplesmente um olhar?
Como então dizer que te amo?
Como fazê-la acreditar?
Como transparecer minha alma
Com um singelo dizer?
Rendido, estou sem saber o que fazer.
Resolvi então perguntar a quem me interessa saber.
Como dizer eu te amo?
Como dizer que eu amo você?
Eu preciso saber como lhe contar.
Necessito de algo que faça o momento
Especial.
Como dizer para o mundo que eu lhe amo?
Mostrar para todos que eu estou na sua e somente na sua.
Estou em sua rota peregrina, estou querendo só eu e você.
Pensamentos congelados com o demasio lastimável do viver.
Estou em apuros sem saber o que fazer.
Historias contada por outros,
Lembranças vividas por pessoas que nunca vi.
Como dizer que te amo?
Necessito isso dizer.
Preciso fazer ser real,
Demonstrar o que realmente sinto por ti.
Pedir sua mão eu não quero não,
Pois sua mão não me bastará.
Necessito de ti por inteiro para meu pobre coração acalmar.
Digo para as estrelas minhas angustias,
Desejos secretos confiados à lua.
Em fúria de um tempo qualquer,
Falsas expectativas de um dia não mais poder respirar.
Necessito do ar que sai de ti para enfim meu pulmão funcionar.
Preciso dizer que te amo,
Como então o fazer?
Segurar sua mão bastaria,
Ou, simplesmente um olhar?
Como então dizer que te amo?
Como fazê-la acreditar?
Como transparecer minha alma
Com um singelo dizer?
Rendido, estou sem saber o que fazer.
Resolvi então perguntar a quem me interessa saber.
Como dizer eu te amo?
Como dizer que eu amo você?
Marcadores:
Marco Roberto Junior
domingo, 13 de junho de 2010
Harmonia
Em uma harmonia nunca antes vista
Estavam vozes nunca d’antes ouvidas,
Estavam corações que nunca haviam se sentido,
Se ouvido...
Estavam Todos ansiosos pala estréia.
Estavam aguardando com fé a comemoração da
Estréia bem sucedida.
Ensaiava durante dias,
Em casa e em qualquer outro local.
Marcavam sempre nos fins de semana para na casa de um poder ensaiar.
Aguardavam a vitoria que desejavam alcançar.
E em uma harmonia sem igual, estavam lá
Para a todos seu talento mostrar,
Olhares alegres de quem estava feliz.
Voz firme de quem estava aguardando há tempos.
Aplausos no final da apresentação.
Fecharam-se as cortinas,
As roupas se trocaram.
A ansiedade se transformou em realização.
Olhares espantados com tamanha alegria que não se podia descrever.
E no fim de tudo fez que retornassem ao seu normal estado do ser.
Somente um olhar meigo e contagiante para quem de longe conseguisse ver.
Lágrimas que fazia parte do atuar.
Canto que iria cantar.
E em uma harmonia em comum sem poder se conter.
Amor...
Estavam vozes nunca d’antes ouvidas,
Estavam corações que nunca haviam se sentido,
Se ouvido...
Estavam Todos ansiosos pala estréia.
Estavam aguardando com fé a comemoração da
Estréia bem sucedida.
Ensaiava durante dias,
Em casa e em qualquer outro local.
Marcavam sempre nos fins de semana para na casa de um poder ensaiar.
Aguardavam a vitoria que desejavam alcançar.
E em uma harmonia sem igual, estavam lá
Para a todos seu talento mostrar,
Olhares alegres de quem estava feliz.
Voz firme de quem estava aguardando há tempos.
Aplausos no final da apresentação.
Fecharam-se as cortinas,
As roupas se trocaram.
A ansiedade se transformou em realização.
Olhares espantados com tamanha alegria que não se podia descrever.
E no fim de tudo fez que retornassem ao seu normal estado do ser.
Somente um olhar meigo e contagiante para quem de longe conseguisse ver.
Lágrimas que fazia parte do atuar.
Canto que iria cantar.
E em uma harmonia em comum sem poder se conter.
Amor...
Marcadores:
Marco Roberto Junior
domingo, 30 de maio de 2010
Guerra
O revolver já está carregado,
A munição extra já foi posta na bagagem.
O armamento pesado já deve está pra chegar.
Entro em meu carro pronto para mais uma guerra entrar.
Durante a madrugada ataque surpresa,
Gargantas cortadas,
Sangue inocente derramado pelo chão.
Crianças de quatro anos com uma arma na mão,
É a guerra do simples cidadão.
Tiros que de longe se pode ouvir.
Parecia uma sinfonia de maus tratos e exemplos para toda uma
Cidade aterrorizada com o temor de morrer.
Crianças correndo para tentar se salvar,
Mães com seus filhos caindo no meio da confusão.
Salve-se que quiser, morra quem tiver de morrer.
Morte aos reles mortais, já disse o Poeta.
Enterrar para ver se nasce algo de lá.
Tinha apenas três anos, uma vida inteira pela frente,
Estava só brincando com sua bicicleta que acabara de ganhar.
Com um tiro certeiro na cabeça, ao chão foi parar.
Até enquanto a munição perdurar.
A munição extra já foi posta na bagagem.
O armamento pesado já deve está pra chegar.
Entro em meu carro pronto para mais uma guerra entrar.
Durante a madrugada ataque surpresa,
Gargantas cortadas,
Sangue inocente derramado pelo chão.
Crianças de quatro anos com uma arma na mão,
É a guerra do simples cidadão.
Tiros que de longe se pode ouvir.
Parecia uma sinfonia de maus tratos e exemplos para toda uma
Cidade aterrorizada com o temor de morrer.
Crianças correndo para tentar se salvar,
Mães com seus filhos caindo no meio da confusão.
Salve-se que quiser, morra quem tiver de morrer.
Morte aos reles mortais, já disse o Poeta.
Enterrar para ver se nasce algo de lá.
Tinha apenas três anos, uma vida inteira pela frente,
Estava só brincando com sua bicicleta que acabara de ganhar.
Com um tiro certeiro na cabeça, ao chão foi parar.
Até enquanto a munição perdurar.
Marcadores:
Marco Roberto Junior
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Jardim
Imaginei flores com aromas diferentes.
Um jardim aonde crianças brincariam sem parar.
Dia que não necessitava terminar.
Lua que ansiava logo em chegar.
Dias que se iam com o tempo decorrente do viver.
Dores que se podiam conter.
Lutas que iam se travar.
Vitorias que um dia viriam a chegar.
Luar que ilumina o Sol,
Faz inveja ao poeta que nada pode fazer.
Donzela dos contos de fadas infantis
Demora que acabara de acontecer.
Despedidas que um final trágico como em um filme de
Suspense, terror...
Drama que não pode deixar de ter.
Morreu jovem, sem ao menos saber se a donzela por quem
Coração parou de bater, o coração dela por ele batia.
Despedidas de uma história comum.
Lutas que se perdem com o decorrer de uma vida.
Fuga para quem nada pode fazer.
Adeus é o que se pode então dizer...
Lágrimas haverá, dores que o tempo cicatrizará.
Lastimas de um dia apenas.
Solidão para quem sempre foi só.
Despediu calado como fuga da prisão.
Voou passarinho para seu canto poder ser ouvido.
Dias que não poderão retornar.
Seguir em frente e deixar pra lá.
Desculpe se fiz alguém chorar,
Pelo menos fiz o jardim se regar...
Um jardim aonde crianças brincariam sem parar.
Dia que não necessitava terminar.
Lua que ansiava logo em chegar.
Dias que se iam com o tempo decorrente do viver.
Dores que se podiam conter.
Lutas que iam se travar.
Vitorias que um dia viriam a chegar.
Luar que ilumina o Sol,
Faz inveja ao poeta que nada pode fazer.
Donzela dos contos de fadas infantis
Demora que acabara de acontecer.
Despedidas que um final trágico como em um filme de
Suspense, terror...
Drama que não pode deixar de ter.
Morreu jovem, sem ao menos saber se a donzela por quem
Coração parou de bater, o coração dela por ele batia.
Despedidas de uma história comum.
Lutas que se perdem com o decorrer de uma vida.
Fuga para quem nada pode fazer.
Adeus é o que se pode então dizer...
Lágrimas haverá, dores que o tempo cicatrizará.
Lastimas de um dia apenas.
Solidão para quem sempre foi só.
Despediu calado como fuga da prisão.
Voou passarinho para seu canto poder ser ouvido.
Dias que não poderão retornar.
Seguir em frente e deixar pra lá.
Desculpe se fiz alguém chorar,
Pelo menos fiz o jardim se regar...
Marcadores:
Marco Roberto Junior
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Pensamentos
Parado em meus pensamentos, aqui estou...
Em um abismo sem fim.
Em um precipício imaginário que parece ser maior que a dor de um simples ser.
Dor a qual estou tentando não sentir.
Amor que eu não me lembro de pedir...
Perfume espalhado pelo ar,
Rosas por todo seu caminhar.
Estrelas para o céu enfeitar.
Lua, que de longe está a lhe guardar...
Romance de primavera.
Estação sem a mínima complicação.
Sentimento confuso no auge do mais humilde ser.
Relações acordadas, em uma manhã chuvosa.
Olhares singelos e sorriso que nunca em sã consciência
Alguém poderia algum dia esquecer.
Camisola rosa, cabelo bagunçado,
Olhar meio fechado.
Rosto que em meu quarto guardei.
Fiz um pôster para desse momento lembrar.
Lembrar que vale apena viver...
Lembranças que ficam guardadas em uma parede
Suja, que o tempo vai fazer o favor de desfazer.
Sentimento que se confundem como minimalismo do ser.
Angustia que aperta o coração.
Poesia que faz mal não...
De mãos dadas com a razão, solução medíocre
De se aceitar ser...
Amor, que não pedi pra ter...
Em um abismo sem fim.
Em um precipício imaginário que parece ser maior que a dor de um simples ser.
Dor a qual estou tentando não sentir.
Amor que eu não me lembro de pedir...
Perfume espalhado pelo ar,
Rosas por todo seu caminhar.
Estrelas para o céu enfeitar.
Lua, que de longe está a lhe guardar...
Romance de primavera.
Estação sem a mínima complicação.
Sentimento confuso no auge do mais humilde ser.
Relações acordadas, em uma manhã chuvosa.
Olhares singelos e sorriso que nunca em sã consciência
Alguém poderia algum dia esquecer.
Camisola rosa, cabelo bagunçado,
Olhar meio fechado.
Rosto que em meu quarto guardei.
Fiz um pôster para desse momento lembrar.
Lembrar que vale apena viver...
Lembranças que ficam guardadas em uma parede
Suja, que o tempo vai fazer o favor de desfazer.
Sentimento que se confundem como minimalismo do ser.
Angustia que aperta o coração.
Poesia que faz mal não...
De mãos dadas com a razão, solução medíocre
De se aceitar ser...
Amor, que não pedi pra ter...
Marcadores:
Marco Roberto Junior
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Vestido manchado de sangue
Com um vestido manchando de sangue,
Está ela.
Com seus doze anos, na porta da escola, esperando
Seu pai vir buscá-la para levá-la de retorno para sua casa.
O relógio foi passando as horas,
Começou a anoitecer.
Tinha só doze anos de vida,
Começara naquele dia sua mocidade.
Estava desolada sem ninguém para explicá-la
O que lhe estava acontecendo.
Passava das dez da noite, quando sua mãe apareceu.
Estava ela triste e com medo.
Ao chegar em casa, também não viu seu pai.
Sua mão lha explicou o que lhe estava acontecendo.
E para isso iriam jantar pizza.
E seu pai?
Sua mão não quisera lhe contar de imediato.
Chegaram em casa, a guria foi tomar um banho.
Sua mãe preparava a pizza.
No dia seguinte, sua mãe a acorda com a noticia de
Que seu pai havia sofrido um acidente de carro
E não resistira...
Seu mundo desabou...
Tinha doze anos de vida, virara moça instantes antes.
Sua mãe tentou confortá-la, nada fazia seu coração acalmar.
Saiu de camisola pela rua a chorar.
Não enxergava nada mais a sua frente.
E na esquina de casa, passou um caminhão que não a viu...
Com um vestido manchado de sangue...
Está ela.
Com seus doze anos, na porta da escola, esperando
Seu pai vir buscá-la para levá-la de retorno para sua casa.
O relógio foi passando as horas,
Começou a anoitecer.
Tinha só doze anos de vida,
Começara naquele dia sua mocidade.
Estava desolada sem ninguém para explicá-la
O que lhe estava acontecendo.
Passava das dez da noite, quando sua mãe apareceu.
Estava ela triste e com medo.
Ao chegar em casa, também não viu seu pai.
Sua mão lha explicou o que lhe estava acontecendo.
E para isso iriam jantar pizza.
E seu pai?
Sua mão não quisera lhe contar de imediato.
Chegaram em casa, a guria foi tomar um banho.
Sua mãe preparava a pizza.
No dia seguinte, sua mãe a acorda com a noticia de
Que seu pai havia sofrido um acidente de carro
E não resistira...
Seu mundo desabou...
Tinha doze anos de vida, virara moça instantes antes.
Sua mãe tentou confortá-la, nada fazia seu coração acalmar.
Saiu de camisola pela rua a chorar.
Não enxergava nada mais a sua frente.
E na esquina de casa, passou um caminhão que não a viu...
Com um vestido manchado de sangue...
Marcadores:
Marco Roberto Junior
Assinar:
Postagens (Atom)