Tinha tudo para dar errado,
Mas não deu.
Tinha tudo para ser um perdedor,
Mas não foi.
Tinha motivos para chorar,
Tinha razões para se lamentar,
Tinha tudo para poder parar.
Havia uma pedra no caminho,
Espinhos havia no seu caminhar.
Sangue, muito sangue estava a jorrar.
Persistia no seu caminhar.
Ouviu não. Ouviu o que não se quer dizer.
Engoliu calado a dor.
Tirava um espinho de cada vez ao parar.
Tomava fôlego para continuar.
Não dormia para não sonhar.
Não sonhava para não chorar.
Não chorava para não perder,
A razão do ser.
Tentou, sim, o caminho encurtar.
Desistiu na metade, pois não valia a pena ainda chegar.
Resistiu ao calor e ao frio.
Da chuva não havia aonde se abrigar.
Continuava lento o seu caminhar.
Muitos vieram a acompanhar,
Porém em um determinado ponto,
Outro caminho haviam de tomar.
Caminhava cada vez mais só.
A lua nem sempre companhia lhe fazia.
O sol vinha quase todas as manhãs o maltratar.
Continuava só a caminhar.
Continuava só no seu viver.
Continuava sem um porquê.
E muitos não conseguiam compreender o seu porquê.
Muitos não entendiam o seu chegar.
Muitos só conseguiam o depreciar.
Ninguém ousou o ajudar.
Porém, criticavam o seu estar.
E a estrada chegou ao fim,
Muitos não conseguiram acreditar.
Mais valeu a pena se sacrificar?
Marco Roberto Junior
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Tinha tudo para dar errado
Tinha tudo para dar errado,
Mas não deu.
Tinha tudo para ser um perdedor,
Mas não foi.
Tinha motivos para chorar,
Tinha razões para se lamentar,
Tinha tudo para poder parar.
Havia uma pedra no caminho,
Espinhos havia no seu caminhar.
Sangue, muito sangue estava a jorrar.
Persistia no seu caminhar.
Ouviu não. Ouviu o que não se quer dizer.
Engoliu calado a dor.
Tirava um espinho de cada vez ao parar.
Tomava fôlego para continuar.
Não dormia para não sonhar.
Não sonhava para não chorar.
Não chorava para não perder,
A razão do ser.
Tentou, sim, o caminho encurtar.
Desistiu na metade, pois não valia a pena ainda chegar.
Resistiu ao calor e ao frio.
Da chuva não havia aonde se abrigar.
Continuava lento o seu caminhar.
Muitos vieram a acompanhar,
Porém em um determinado ponto,
Outro caminho haviam de tomar.
Caminhava cada vez mais só.
A lua nem sempre companhia lhe fazia.
O sol vinha quase todas as manhãs o maltratar.
Continuava só a caminhar.
Continuava só no seu viver.
Continuava sem um porquê.
E muitos não conseguiam compreender o seu porquê.
Muitos não entendiam o seu chegar.
Muitos só conseguiam o depreciar.
Ninguém ousou o ajudar.
Porém, criticavam o seu estar.
E a estrada chegou ao fim,
Muitos não conseguiram acreditar.
Mais valeu a pena se sacrificar?
Marco Roberto Junior
domingo, 4 de janeiro de 2009
Viiveu por um segundo só
Viveu por um segundo só.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Viiveu por um segundo só
Viveu por um segundo só.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
mias que um dia de trabalho
Mais que um dia de trabalho,
Foi tudo em vão.
Mais que um dia de sol,
A lua no final não apareceu.
E como em um canto de fadas,
O final chegou.
E como em uma canção o
Momento auge surgiu.
Teve casamento, enterro.
Choros, risadas.
As mãos não mais se tocaram,
Os lábios não mais se beijaram.
Chorou por um segundo só.
Gritou por dor, amor.
Mais que um dia comum,
Mais que um dia de sol.
Dia de amor...
Marco Robrto Junior
Foi tudo em vão.
Mais que um dia de sol,
A lua no final não apareceu.
E como em um canto de fadas,
O final chegou.
E como em uma canção o
Momento auge surgiu.
Teve casamento, enterro.
Choros, risadas.
As mãos não mais se tocaram,
Os lábios não mais se beijaram.
Chorou por um segundo só.
Gritou por dor, amor.
Mais que um dia comum,
Mais que um dia de sol.
Dia de amor...
Marco Robrto Junior
E a vida assim se foi...
E a vida assim se foi.
Os anos se indo e a dor vindo.
Não consegui entender como se pode amar.
É pura dor! Infinito desamor.
Solidão que não cessa em massacrar.
Vida que era feliz sem viver.
Tristeza no olhar de quem lhe ver.
Dor, sentimento único que persistirá.
Amor? Deixa pra lá.
Caminhando sob um luar.
Luar carente por não saber amar.
Por não saber ouvir o que o desejo insiste, em machucar.
Mágoas que não vão deixar o rumo seguir como deveria ser.
Só, simplesmente só.
E a vida, prosseguiu sem ser.
A morte providenciou um eterno sofrer.
E a felicidade? Quem a precisa ter?
Lágrimas ao amanhecer,
Risos ao anoitecer.
Orgasmos que ninguém ousou ter.
Dor, que faz parte do ser.
E de mãos dadas com o incerto,
Sorri um sorriso discreto.
Viaje de classe especial.
Sete-se na janela.
Curta a paisagem.
Verás a vida que não viveu,
A morte ao qual morreu.
Verás que tudo foi em vão.
Verás que não estás a chorar.
Verás que novamente estás amar.
Verás que novamente ira sofrer.
Novamente irá morrer dentro de você a razão do viver.
Mais uma vez irá morrer.
E como em um conto infantil,
O final irá chegar. Final feliz não vai ter.
Pois será final pra você.
E lágrimas ouvirá, mas será em vão.
Pois já parou seu coração.
Marco Roberto Junior
Os anos se indo e a dor vindo.
Não consegui entender como se pode amar.
É pura dor! Infinito desamor.
Solidão que não cessa em massacrar.
Vida que era feliz sem viver.
Tristeza no olhar de quem lhe ver.
Dor, sentimento único que persistirá.
Amor? Deixa pra lá.
Caminhando sob um luar.
Luar carente por não saber amar.
Por não saber ouvir o que o desejo insiste, em machucar.
Mágoas que não vão deixar o rumo seguir como deveria ser.
Só, simplesmente só.
E a vida, prosseguiu sem ser.
A morte providenciou um eterno sofrer.
E a felicidade? Quem a precisa ter?
Lágrimas ao amanhecer,
Risos ao anoitecer.
Orgasmos que ninguém ousou ter.
Dor, que faz parte do ser.
E de mãos dadas com o incerto,
Sorri um sorriso discreto.
Viaje de classe especial.
Sete-se na janela.
Curta a paisagem.
Verás a vida que não viveu,
A morte ao qual morreu.
Verás que tudo foi em vão.
Verás que não estás a chorar.
Verás que novamente estás amar.
Verás que novamente ira sofrer.
Novamente irá morrer dentro de você a razão do viver.
Mais uma vez irá morrer.
E como em um conto infantil,
O final irá chegar. Final feliz não vai ter.
Pois será final pra você.
E lágrimas ouvirá, mas será em vão.
Pois já parou seu coração.
Marco Roberto Junior
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Amor
O sol nasceu. O céu ficou diferente.
Nunca antes havia tido sol.
O sol nasceu! Forte, quente e grande.
Já chegou querendo mandar.
A lua logo gostou, mas não podiam se encontrar.
O sol nasceu, e logo foi amar.
Um amor impossível que não pode acontecer.
De longe as estrelas tudo vê. Nasceu o sol...
E se acostumaram com esse amor.
Nunca poderão se encontrar, Porem não deixam de amar.
Marco Roberto Junior
Nunca antes havia tido sol.
O sol nasceu! Forte, quente e grande.
Já chegou querendo mandar.
A lua logo gostou, mas não podiam se encontrar.
O sol nasceu, e logo foi amar.
Um amor impossível que não pode acontecer.
De longe as estrelas tudo vê. Nasceu o sol...
E se acostumaram com esse amor.
Nunca poderão se encontrar, Porem não deixam de amar.
Marco Roberto Junior
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Amor, desejo eterno que não vai terminar.
Marco Roberto Junior
Chamou pelo seu nome,
Gritou por socorro.
Dedicou cada lágrima que de seu rosto saia.
Escreveu uma canção de amor.
Sonhou acordado um sonho irreal.
Lembrou o passado não original.
Desenhou na parede rabiscos complexos.
Escreveu num bilhete seu desejo secreto.
Cantou em silêncio uma triste canção,
Chorou em segredo sua desilusão.
Rasgou suas cartas não enviadas,
Escreveu poemas em vão.
Parou o carro, choveu.
Parou a vida, morreu.
Parou de amar, pode enfim descansar.
Parou de sofrer.
Por que então não parou de chorar?
Amor, desejo eterno que não vai terminar.
Marco Roberto Junior
Chamou pelo seu nome,
Gritou por socorro.
Dedicou cada lágrima que de seu rosto saia.
Escreveu uma canção de amor.
Sonhou acordado um sonho irreal.
Lembrou o passado não original.
Desenhou na parede rabiscos complexos.
Escreveu num bilhete seu desejo secreto.
Cantou em silêncio uma triste canção,
Chorou em segredo sua desilusão.
Rasgou suas cartas não enviadas,
Escreveu poemas em vão.
Parou o carro, choveu.
Parou a vida, morreu.
Parou de amar, pode enfim descansar.
Parou de sofrer.
Por que então não parou de chorar?
Amor, desejo eterno que não vai terminar.
Veja
Veja como as flores esperavam ansiosas pela chuva.
Veja como a terra agradece o seu banhar.
Repare nos pássaros que estão alegres a cantar.
Veja as pessoas que estão a se refrescar.
Olhe para traz e veja o caminhar.
As pegadas que no chão ficou.
A solidão que lhe acompanhou.
Veja o sol que está a se pôr.
Repare na lua que no céu aparecerá.
Respire devagar, sinta a brisa que veio consolar.
Sinta o tempo que está a acalmar.
Veja a lua lhe observar.
Grite sua dor, expire seu amor.
Calcule sua imensidão.
Jogue fora a poeira em vão,
E vá dormir.
Sonhe um sonho bom,
Acorde com o cantar do beija flor
Que sua janela visitará.
Veja a vida que está a lhe convidar.
Veja tudo que de bom há.
Observe quem está a lhe observar.
Guarde em segredo o seu ser.
Não revele a ninguém seu caminhar.
Não diga nada sobre o seu chorar.
Veja o sol que no céu está.
Veja o vôo de liberdade.
Esperança que não morreu.
Viva a vida, pois não morreu.
Vá em frente a caminhar.
Só pare para respirar.
Contigo eu sei que irá
A dor que não vai deixar.
Veja os sorrisos no caminho a prosseguir.
Observe a alegria que lhe rodeia.
Ignore todo o desamor.
Leve consigo a esperança
De um dia não mais chorar,
Não sofrer.
Leve consigo o amor que está a acontecer.
Marco Roberto Junior
Veja como as flores esperavam ansiosas pela chuva.
Veja como a terra agradece o seu banhar.
Repare nos pássaros que estão alegres a cantar.
Veja as pessoas que estão a se refrescar.
Olhe para traz e veja o caminhar.
As pegadas que no chão ficou.
A solidão que lhe acompanhou.
Veja o sol que está a se pôr.
Repare na lua que no céu aparecerá.
Respire devagar, sinta a brisa que veio consolar.
Sinta o tempo que está a acalmar.
Veja a lua lhe observar.
Grite sua dor, expire seu amor.
Calcule sua imensidão.
Jogue fora a poeira em vão,
E vá dormir.
Sonhe um sonho bom,
Acorde com o cantar do beija flor
Que sua janela visitará.
Veja a vida que está a lhe convidar.
Veja tudo que de bom há.
Observe quem está a lhe observar.
Guarde em segredo o seu ser.
Não revele a ninguém seu caminhar.
Não diga nada sobre o seu chorar.
Veja o sol que no céu está.
Veja o vôo de liberdade.
Esperança que não morreu.
Viva a vida, pois não morreu.
Vá em frente a caminhar.
Só pare para respirar.
Contigo eu sei que irá
A dor que não vai deixar.
Veja os sorrisos no caminho a prosseguir.
Observe a alegria que lhe rodeia.
Ignore todo o desamor.
Leve consigo a esperança
De um dia não mais chorar,
Não sofrer.
Leve consigo o amor que está a acontecer.
Marco Roberto Junior
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