Ouvi um pássaro cantar, uma linda canção.
Ouvi as folhas dançar.
Eu vi o olhar a surgir do meio da dor.
Ouvi o seu lamentar, murmuro de amor.
Ouvi sua dor, seu desgostar do nada.
Ouvi o mar a areia molhar.
Ouvi risos de pessoas alegres.
Ouvi cachorros conversar.
Ouvi meu coração bater.
Seu nome, dizia ele em cada pulsar.
Ouvi sua voz ao lhe ligar.
Não consegui me conter, nada pude dizer.
Estou a amar! Sim.
Estou a me iludir!
Eu sei que vou chorar.
Vou lamentar o existir.
Ouvi a canção que lhe fiz.
Tocaram-na varias vezes.
Ouvi a voz da emoção.
Ouvi sua gravação.
Saudades senti.
Lágrimas derramei.
Seu nome chamei.
Em vão...
Ouvi a campainha tocar.
Abri para lhe recepcionar.
Era engano, Coração parou.
Decidi não mais amar.
Decidi não me enganar.
Ouvi seu carro chegar,
Lhe vi caminhando ao altar.
Chorei por não acreditar.
Não estavas a casar!
Ouvi o seu chorar.
Ouvi seu lamentar.
Ouvi sem nada poder fazer.
O amor me distanciou de você.
Marco Roberto Junior
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Gatinha
Choveu! À noite inteira choveu.
A lua, estava escondida espreitando a amor.
Sentia inveja de quem podia, amor sentir.
Sentimento ao qual doía.
Queria também amar, mas não um amor qualquer.
Queria felicidade encontrar.
Não queria passar pela dor.
Queria só a alegria que via do amor.
Queria poder sorrir, poder seu brilho embelezar.
Com o simples fato de amar.
Viu o Sol, triste e carente.
Foi amor à primeira vista.
A distancia os impedia de se tocar,
Mas não deixaram de amar.
A lua chorou, pois doía o amor.
Agora queria não mais amar, queria não
Mais chorar.
Queria, só, voltar a ser. Queria poder, só desejar.
Não queria doer.
O mar sentiu a dor, As plantas também.
E a criança que se compadecida da dor,
Chorava pelo amor que não era seu.
Pela dor ao qual não doeu.
Parou o tempo, Fez tudo passar.
A chuva se foi, a Lua também.
O sol no céu apareceu.
Parecia não sofrer, pois
Precisava brilhar.
E assim é ao amor.
Assim é a dor.
E quem disse que deixaram de amar?
Tudo poderia mudar, mas o sentimento não.
A dor permanecerá eternamente no semblante de quem amar.
Dor de amor.
Dor...
Brotou uma rosa no seu jardim.
Veja como é linda, sinta o aroma
Que dela sai.
Veja que sua cor muda com o decorrer do dia.
Veja como brilha de manhã e a noite chora.
Sinta seu aroma pelo ar.
O amor que nela está.
A dor se contradiz.
Veja o amanhecer especial
Que preparei para ti.
Veja e comece a sorri.
De que vale chorar?
Permanecerá o amor!
A dor!
Amor!
Marco Roberto Junior
A lua, estava escondida espreitando a amor.
Sentia inveja de quem podia, amor sentir.
Sentimento ao qual doía.
Queria também amar, mas não um amor qualquer.
Queria felicidade encontrar.
Não queria passar pela dor.
Queria só a alegria que via do amor.
Queria poder sorrir, poder seu brilho embelezar.
Com o simples fato de amar.
Viu o Sol, triste e carente.
Foi amor à primeira vista.
A distancia os impedia de se tocar,
Mas não deixaram de amar.
A lua chorou, pois doía o amor.
Agora queria não mais amar, queria não
Mais chorar.
Queria, só, voltar a ser. Queria poder, só desejar.
Não queria doer.
O mar sentiu a dor, As plantas também.
E a criança que se compadecida da dor,
Chorava pelo amor que não era seu.
Pela dor ao qual não doeu.
Parou o tempo, Fez tudo passar.
A chuva se foi, a Lua também.
O sol no céu apareceu.
Parecia não sofrer, pois
Precisava brilhar.
E assim é ao amor.
Assim é a dor.
E quem disse que deixaram de amar?
Tudo poderia mudar, mas o sentimento não.
A dor permanecerá eternamente no semblante de quem amar.
Dor de amor.
Dor...
Brotou uma rosa no seu jardim.
Veja como é linda, sinta o aroma
Que dela sai.
Veja que sua cor muda com o decorrer do dia.
Veja como brilha de manhã e a noite chora.
Sinta seu aroma pelo ar.
O amor que nela está.
A dor se contradiz.
Veja o amanhecer especial
Que preparei para ti.
Veja e comece a sorri.
De que vale chorar?
Permanecerá o amor!
A dor!
Amor!
Marco Roberto Junior
Estou na ponta de um abismo
Estou na ponta de um abismo, prestes a cair.
Estou aguardando você não aparecer,
Estou esperando minha lágrima secar.
Estou a um segundo de terminar.
Estou prestes a me jogar,
Estou prestes a não mais amar.
Estou quase lá, é só o relógio deixar.
Estou na ponta de um abismo,
Prestes a despencar.
Estou só, a espera do despencar.
Terminar de uma forma trágica.
Não mais amar.
Não mais sofrer em vão.
Estou prestes a cair,
Despencar a solidão,
A tristeza do meu ser.
Não mais necessitar chorar,
Não mais necessitar sofrer.
Estou a um segundo de tudo terminar.
A um segundo do fim chegar.
Esperando alguém chegar.
Esperando alguém a me salvar.
Estou a ponto de tudo terminar.
O sol já se pôs. A lua envolta sobre uma nuvem está.
Acabou-se o tempo.
E partiu para um voar.
Partiu para poder cantar.
Caiu por só saber amar.
Marco Roberto Junior
Estou aguardando você não aparecer,
Estou esperando minha lágrima secar.
Estou a um segundo de terminar.
Estou prestes a me jogar,
Estou prestes a não mais amar.
Estou quase lá, é só o relógio deixar.
Estou na ponta de um abismo,
Prestes a despencar.
Estou só, a espera do despencar.
Terminar de uma forma trágica.
Não mais amar.
Não mais sofrer em vão.
Estou prestes a cair,
Despencar a solidão,
A tristeza do meu ser.
Não mais necessitar chorar,
Não mais necessitar sofrer.
Estou a um segundo de tudo terminar.
A um segundo do fim chegar.
Esperando alguém chegar.
Esperando alguém a me salvar.
Estou a ponto de tudo terminar.
O sol já se pôs. A lua envolta sobre uma nuvem está.
Acabou-se o tempo.
E partiu para um voar.
Partiu para poder cantar.
Caiu por só saber amar.
Marco Roberto Junior
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Tinha tudo para dar errado
Tinha tudo para dar errado,
Mas não deu.
Tinha tudo para ser um perdedor,
Mas não foi.
Tinha motivos para chorar,
Tinha razões para se lamentar,
Tinha tudo para poder parar.
Havia uma pedra no caminho,
Espinhos havia no seu caminhar.
Sangue, muito sangue estava a jorrar.
Persistia no seu caminhar.
Ouviu não. Ouviu o que não se quer dizer.
Engoliu calado a dor.
Tirava um espinho de cada vez ao parar.
Tomava fôlego para continuar.
Não dormia para não sonhar.
Não sonhava para não chorar.
Não chorava para não perder,
A razão do ser.
Tentou, sim, o caminho encurtar.
Desistiu na metade, pois não valia a pena ainda chegar.
Resistiu ao calor e ao frio.
Da chuva não havia aonde se abrigar.
Continuava lento o seu caminhar.
Muitos vieram a acompanhar,
Porém em um determinado ponto,
Outro caminho haviam de tomar.
Caminhava cada vez mais só.
A lua nem sempre companhia lhe fazia.
O sol vinha quase todas as manhãs o maltratar.
Continuava só a caminhar.
Continuava só no seu viver.
Continuava sem um porquê.
E muitos não conseguiam compreender o seu porquê.
Muitos não entendiam o seu chegar.
Muitos só conseguiam o depreciar.
Ninguém ousou o ajudar.
Porém, criticavam o seu estar.
E a estrada chegou ao fim,
Muitos não conseguiram acreditar.
Mais valeu a pena se sacrificar?
Marco Roberto Junior
Mas não deu.
Tinha tudo para ser um perdedor,
Mas não foi.
Tinha motivos para chorar,
Tinha razões para se lamentar,
Tinha tudo para poder parar.
Havia uma pedra no caminho,
Espinhos havia no seu caminhar.
Sangue, muito sangue estava a jorrar.
Persistia no seu caminhar.
Ouviu não. Ouviu o que não se quer dizer.
Engoliu calado a dor.
Tirava um espinho de cada vez ao parar.
Tomava fôlego para continuar.
Não dormia para não sonhar.
Não sonhava para não chorar.
Não chorava para não perder,
A razão do ser.
Tentou, sim, o caminho encurtar.
Desistiu na metade, pois não valia a pena ainda chegar.
Resistiu ao calor e ao frio.
Da chuva não havia aonde se abrigar.
Continuava lento o seu caminhar.
Muitos vieram a acompanhar,
Porém em um determinado ponto,
Outro caminho haviam de tomar.
Caminhava cada vez mais só.
A lua nem sempre companhia lhe fazia.
O sol vinha quase todas as manhãs o maltratar.
Continuava só a caminhar.
Continuava só no seu viver.
Continuava sem um porquê.
E muitos não conseguiam compreender o seu porquê.
Muitos não entendiam o seu chegar.
Muitos só conseguiam o depreciar.
Ninguém ousou o ajudar.
Porém, criticavam o seu estar.
E a estrada chegou ao fim,
Muitos não conseguiram acreditar.
Mais valeu a pena se sacrificar?
Marco Roberto Junior
Tinha tudo para dar errado
Tinha tudo para dar errado,
Mas não deu.
Tinha tudo para ser um perdedor,
Mas não foi.
Tinha motivos para chorar,
Tinha razões para se lamentar,
Tinha tudo para poder parar.
Havia uma pedra no caminho,
Espinhos havia no seu caminhar.
Sangue, muito sangue estava a jorrar.
Persistia no seu caminhar.
Ouviu não. Ouviu o que não se quer dizer.
Engoliu calado a dor.
Tirava um espinho de cada vez ao parar.
Tomava fôlego para continuar.
Não dormia para não sonhar.
Não sonhava para não chorar.
Não chorava para não perder,
A razão do ser.
Tentou, sim, o caminho encurtar.
Desistiu na metade, pois não valia a pena ainda chegar.
Resistiu ao calor e ao frio.
Da chuva não havia aonde se abrigar.
Continuava lento o seu caminhar.
Muitos vieram a acompanhar,
Porém em um determinado ponto,
Outro caminho haviam de tomar.
Caminhava cada vez mais só.
A lua nem sempre companhia lhe fazia.
O sol vinha quase todas as manhãs o maltratar.
Continuava só a caminhar.
Continuava só no seu viver.
Continuava sem um porquê.
E muitos não conseguiam compreender o seu porquê.
Muitos não entendiam o seu chegar.
Muitos só conseguiam o depreciar.
Ninguém ousou o ajudar.
Porém, criticavam o seu estar.
E a estrada chegou ao fim,
Muitos não conseguiram acreditar.
Mais valeu a pena se sacrificar?
Marco Roberto Junior
domingo, 4 de janeiro de 2009
Viiveu por um segundo só
Viveu por um segundo só.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Viiveu por um segundo só
Viveu por um segundo só.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
Morreu sem ao menos amar.
Sofreu sem ao menos saber.
Chorou um eterno sofrer.
Contou a lua seu segredo,
Confessou ao sol o seu amar.
Contou as nuvens o seu sonhar.
E num encanto que não há
Suspirou...
Sonhou um único sonho,
Desejou não desejar.
Calou-se pra não mais gritar.
Sussurrou para o vento ouvir.
Cantarolou uma única canção.
Parou de caminhar.
Viveu por um segundo,
Morreu o resto do viver.
Sofreu por amar.
Desistiu de tentar.
Sofreu em silêncio,
Guardou em segredo o seu morrer.
Contou a todos o seu viver.
Chorou por amar.
Fechou os olhos e pôde enfim descansar.
mias que um dia de trabalho
Mais que um dia de trabalho,
Foi tudo em vão.
Mais que um dia de sol,
A lua no final não apareceu.
E como em um canto de fadas,
O final chegou.
E como em uma canção o
Momento auge surgiu.
Teve casamento, enterro.
Choros, risadas.
As mãos não mais se tocaram,
Os lábios não mais se beijaram.
Chorou por um segundo só.
Gritou por dor, amor.
Mais que um dia comum,
Mais que um dia de sol.
Dia de amor...
Marco Robrto Junior
Foi tudo em vão.
Mais que um dia de sol,
A lua no final não apareceu.
E como em um canto de fadas,
O final chegou.
E como em uma canção o
Momento auge surgiu.
Teve casamento, enterro.
Choros, risadas.
As mãos não mais se tocaram,
Os lábios não mais se beijaram.
Chorou por um segundo só.
Gritou por dor, amor.
Mais que um dia comum,
Mais que um dia de sol.
Dia de amor...
Marco Robrto Junior
E a vida assim se foi...
E a vida assim se foi.
Os anos se indo e a dor vindo.
Não consegui entender como se pode amar.
É pura dor! Infinito desamor.
Solidão que não cessa em massacrar.
Vida que era feliz sem viver.
Tristeza no olhar de quem lhe ver.
Dor, sentimento único que persistirá.
Amor? Deixa pra lá.
Caminhando sob um luar.
Luar carente por não saber amar.
Por não saber ouvir o que o desejo insiste, em machucar.
Mágoas que não vão deixar o rumo seguir como deveria ser.
Só, simplesmente só.
E a vida, prosseguiu sem ser.
A morte providenciou um eterno sofrer.
E a felicidade? Quem a precisa ter?
Lágrimas ao amanhecer,
Risos ao anoitecer.
Orgasmos que ninguém ousou ter.
Dor, que faz parte do ser.
E de mãos dadas com o incerto,
Sorri um sorriso discreto.
Viaje de classe especial.
Sete-se na janela.
Curta a paisagem.
Verás a vida que não viveu,
A morte ao qual morreu.
Verás que tudo foi em vão.
Verás que não estás a chorar.
Verás que novamente estás amar.
Verás que novamente ira sofrer.
Novamente irá morrer dentro de você a razão do viver.
Mais uma vez irá morrer.
E como em um conto infantil,
O final irá chegar. Final feliz não vai ter.
Pois será final pra você.
E lágrimas ouvirá, mas será em vão.
Pois já parou seu coração.
Marco Roberto Junior
Os anos se indo e a dor vindo.
Não consegui entender como se pode amar.
É pura dor! Infinito desamor.
Solidão que não cessa em massacrar.
Vida que era feliz sem viver.
Tristeza no olhar de quem lhe ver.
Dor, sentimento único que persistirá.
Amor? Deixa pra lá.
Caminhando sob um luar.
Luar carente por não saber amar.
Por não saber ouvir o que o desejo insiste, em machucar.
Mágoas que não vão deixar o rumo seguir como deveria ser.
Só, simplesmente só.
E a vida, prosseguiu sem ser.
A morte providenciou um eterno sofrer.
E a felicidade? Quem a precisa ter?
Lágrimas ao amanhecer,
Risos ao anoitecer.
Orgasmos que ninguém ousou ter.
Dor, que faz parte do ser.
E de mãos dadas com o incerto,
Sorri um sorriso discreto.
Viaje de classe especial.
Sete-se na janela.
Curta a paisagem.
Verás a vida que não viveu,
A morte ao qual morreu.
Verás que tudo foi em vão.
Verás que não estás a chorar.
Verás que novamente estás amar.
Verás que novamente ira sofrer.
Novamente irá morrer dentro de você a razão do viver.
Mais uma vez irá morrer.
E como em um conto infantil,
O final irá chegar. Final feliz não vai ter.
Pois será final pra você.
E lágrimas ouvirá, mas será em vão.
Pois já parou seu coração.
Marco Roberto Junior
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Amor
O sol nasceu. O céu ficou diferente.
Nunca antes havia tido sol.
O sol nasceu! Forte, quente e grande.
Já chegou querendo mandar.
A lua logo gostou, mas não podiam se encontrar.
O sol nasceu, e logo foi amar.
Um amor impossível que não pode acontecer.
De longe as estrelas tudo vê. Nasceu o sol...
E se acostumaram com esse amor.
Nunca poderão se encontrar, Porem não deixam de amar.
Marco Roberto Junior
Nunca antes havia tido sol.
O sol nasceu! Forte, quente e grande.
Já chegou querendo mandar.
A lua logo gostou, mas não podiam se encontrar.
O sol nasceu, e logo foi amar.
Um amor impossível que não pode acontecer.
De longe as estrelas tudo vê. Nasceu o sol...
E se acostumaram com esse amor.
Nunca poderão se encontrar, Porem não deixam de amar.
Marco Roberto Junior
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