Ninguém
Marco Roberto Junior
Ouve-se um
grito.
A luz se
apaga.
O silêncio é
quebrado ao som
De lágrimas
caindo ao chão.
O sangue que
não para de jorrar,
A fascinação
pela, tão temida, morte.
O Adeus não
dado.
O poema não
escrito.
A história fará
sua parte,
Esquecerão
da existência.
Simplesmente
só mais um dia comum.
Bate um
vento,
Janela se
quebra.
Vidros
espalhados por todo lugar.
A luz volta
a acender,
Porém, não há
mais ninguém lá.
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