quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Diga-me

Diga-me se é necessário chorar.
Diga-me se é necessário sofrer.
Preciso muito viver.
Diga-me por que tive de lhe amar.
Console-me se em seus braços eu me jogar.
Diga-me se posso finalmente viver.

Vida que se vai com o decorrer de um chorar incessante.
Lágrimas que seu nome nelas esta.
Dor que aos poucos vai passar.
Coração que insiste em torturar.
...

E o sol Voltou a brilhar.
A rosa seu perfume espalhar.
Vento para refrescar.
Nuvem para o Sol esconder.
Chuva para a lágrima não demonstrar.
Estava agora sem ter o quê eu falar.
Nada disse, e nem vai poder dizer.

Segurando a minha mão está.
Pena nada sentir com o seu tocar.

Marco Roberto Junior

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